quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 21 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INTERVENÇÃO ESPERADA

Nobres:
Agora formalizada pelo governo da união, não há a menor dúvida de que a intervenção federal no Rio de Janeiro já deveria ter sido decretada há muito tempo. Afinal, a situação da outrora cidade maravilhosa e capital da República já é caótica há várias décadas. O colapso financeiro, a escalada da violência crônica e a prisão de dois ex-governadores e uma ex-governadora, acusados de corrupção. Sérgio Cabral já acumula quatro condenações, que somam 87 anos e quatro meses de prisão, por si só já demonstram a que ponto chegou a indecência moral, a prática da corrupção em níveis absurdos e a corrosão das instituições, que praticamente não mais existem. Com exceção do Judiciário, que a nós parece ainda não integrar o elenco dos atores do caos instalado no Rio, o terceiro estado em população no Brasil. quando foi decretada a intervenção, o Estado Democrático brasileiro passou a vivenciar uma situação inédita, com dois governadores em exercício. O governador Luiz Fernando Pezão permaneceu no cargo exercendo seu mandato como responsável por todas as áreas de gestão, exceto a Segurança Pública. Esta ficou a cargo do interventor, general de Exército, Walter Souza Braga Neto, que estava chefiando o Comando Militar do Leste. é ele quem passa a administrar as Polícias Civil e Militar, o Corpo de Bombeiros e o Sistema Penitenciário Fluminense. A população carioca deve estar esperançosa por dias melhores com a provável diminuição da violência, e, quem sabe, o seu controle, pelo menos, até o final deste ano, quando o decreto que a instituiu perderá a vigência. Por outro lado não entendemos, só, esta ação para o Estado fluminense, existem outros diante da mesma forma que deveria sofrer intervenção porque outros estados (por exemplo o Ceará) há muito perdeu o domínio da força pública, (a polícia civil através do Sindicato é quem ditas as normas inerentes as expedientes "se tem" e os direitos e mais direitos inerentes a anarquia petista, alias não se pode esperar nada do partido em que é filiado) e o mais grave aqui é abrigo das facções criminosas do país conforme chacinas de larga escala que vem acontecendo neste Estado. Não precisa lembrar as ações violentas determinam a insegurança do Estado, só os fanáticos e eternos governistas sempre cegos por interesses e os pequenos bajuladores que fazem parte de uma cultura de retrocesso e condenável, para quem usa da racionalidade. Bem dizia o velho político Sandoval Bastos – “sou governista! Não tenho culpa em mudar o governador. Dentro deste contexto que se tem como natural devemos aclamar! - “Viva Camilo”; e a tropa de acordo com os seus negócios; comandada por Eunício & Cia-. Este é um Estado atípico, sempre convivente com a seca do progresso, gerada pela excessiva carga tributária imposta aos cidadãos e algumas empresas, os sonegadores não.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 20 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RESGATAR O CONTROLE DO PAÍS

Nobres:  
Em evidência as organizações criminosas cujas atividades de controle estão submetidas a uma direção colegiada oculta, a maioria dos seus membros atua em unidade propósitos e não de dão a conhecer. Agem à ocultas em tudo se apresentando como cidadãos de bem, homens bem sucedidos nas suas atividades de aparência. A atuação da máfia repousa numa estratégia de infiltração na sociedade civil, nas instituições e nos aparelhos do Estado. O Brasil nunca esteve imune as anomalias e degradações do mundo, portanto, também aqui as máfias atuam com desenvoltura. De fato o Brasil também possui as suas máfias. Aquelas pessoas mais velhas ouviam falar das nebulosas transações de políticos ladinos, um deles que governou o Estado de São Paulo ficou conhecido pelo seu famoso cofre, onde diziam, guardavam o produto das suas atividades mafiosas no mundo da política. Não obstante, foi no período do Regime Militar, com generais e coronéis à frente dos Ministérios, associados com alguns cíveis, que os esquemas mafiosos mais progrediram e as empreiteiras que tocavam as obras de infraestrutura mais se agigantaram; se beneficiando dos esquemas mafiosos, impedidos de virem à luz em face da brutal censura. Foi nessa época que se destruiu a concorrência então existente entre as emissoras de televisão, se permitindo a formação de monopólios de empresas de comunicação, assemelhados em tudo aos esquemas mafiosos, uma vez que deturpam a liberdade de informação e destroem aqueles que são considerados inimigos. No início da chama "Nova República", nos estertores do Governo de José Sarney, acossado por denúncias de corrupção, ou seja, de estar corroído pelas máfias, aparece à figura de Fernando Collor de Melo anunciando-se o caçador de marajás, o pai dos descamisados e exterminador das máfias. Em resumo as máfias, atuante das células que estão presentes nos pequenos municípios mesmo que e a Justiça e sabem perfeitamente em que elas atuam, somente determinar a hora para proceder a ação. O pior e mais grave em tudo é a desfaçatez e audácia dos mafiosos, notadamente daqueles que atuam no meio político, e o apoio explícito que lhes dão seus pares e parte da população, que ao lhe prestar apoio só porque adotam uma moralidade pragmática e seletiva, demonstram que em critérios de moralidade e ética se igualam aos horrendos mafiosos. No combate as “máfias” as instituições estão de plantão, entretanto as ações mais incisivas seguirão o dia a dia e de difícil resistência.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 19 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
POLÍTICA EXTREMADA

Nobres:
No Brasil, o de que menos precisamos é do discurso de Gleisi Hoffman e de Lindbergh Farias são condôminos de um mesmo projeto: o Partido radical. Como lhes faltam os cálculos da razão e do argumento usam a corda da emoção desatinada. Há uma como que sandice própria de um sentir de fim de mundo. Analistas indagam porque o povo não voltou à rua. Tenho um palpite: escutem o silêncio das ruas. Depois que passar o delicioso ruído do carnaval, tão dionisíaco quanto apolíneo, ouçam o silêncio do povo. Interpretem sua quietude. Observem sua indignação contida. Sua atenção pronta. Seu ceticismo. Muitos dos políticos se corromperam. Na política se distingue a boa e a má política. Na boa política é um indicativo de democracia e República. Na má política, os incautos sugerem totalitarismo e racismo. É a seqüência lógica de se instar.

Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 18 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O PAÍS FANTÁSTICO


Nobres:
Em se tratando de Brasil e se fosse escolhida uma nação com mais paradoxos, certamente seríamos um dos ponteiros. Convivemos diariamente com um estado de coisas que fingimos não ver e, quando os vemos, ficamos surpresos quando algum estrangeiro chama nossa atenção para certas contradições. Como não poderia deixar de ser vem os políticos e já nem se fala de compromissos de políticos e governantes. Neste caso é dupla: nem eles, nem a platéia chegam no horário aprazado. Se os minutos e as horas podem ser peça de ficção, é perfeitamente lógico que o calendário anual também fosse divido. Houve tempo em que se dizia que o ano só começava depois do Carnaval, o que é uma realidade, de certa forma, compreensível por causa das justas e merecidas férias nos meses de verão. A população que não pode sair de férias por um motivo ou outro sofre efeitos colaterais como a precariedade de serviços de toda ordem, privada, como Copa do Mundo ou Olimpíadas, ou pública. Aí se encaixam os recessos. Todos os poderes engatam ponto morto e até desligam o motor, sem deixar uma brecha para plantões. Mas até aí seria algo tolerável, não fosse o fato de o ano não se dividir apenas em antes e depois do carnaval. Não, nós somos caprichosos, vamos muito além de ter apenas dois anos em um. Em anos eleitorais, nem Executivo, nem Legislativo tomam decisões vitais, porque não convém irritar o eleitor, pois todos precisam do seu precioso voto para se reeleger. E, quando passa o pleito e os eleitos tomam posse, vem o período de adaptação, que, em muitos casos, é quase um realismo fantástico, porque alguns levam os quatro anos do mandato para se adaptar. Ou usam como desculpa. Não me comprometa como diz o povo. Mesmo que os ungidos pelas urnas façam a coisa certa e exerçam mandatos com zelo, vem aí outro aspecto que deveria ser levado em conta em qualquer reforma mínima do sistema eleitoral brasileiro, o efetivo tempo em que os governantes realmente cumprem. Não são quatro anos para quem se elege pela primeira vez, são dois. O primeiro ano é para tomar pé e verificar a profundidade do rio. Então se azeita a máquina com novos titulares e são defenestrados até fieis servidores de carreira. No segundo ano, começa efetivamente o governo sempre depois do Carnaval, claro; e no terceiro, o maquinista da locomotiva pode exercer plenamente seu plano de governo, isso se tiver votos suficientes nos respectivos parlamentos. O quarto não vale, porque é ano eleitoral, não se toma decisões em anos eleitorais. Aliás, no meio do mandato, há sempre eleições municipais, que, em determinados casos, também se governa com prudência acima do necessário. Então somos um país de vários anos em um só, e é essa a toada que nos rege. Mas em um país em que "pois sim" quer dizer não e "pois não" quer dizer sim, não há motivos para maiores espantos este é um país da fantasia é não só carnavalesco.
Antônio Scarcela Jorge

sábado, 17 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 17 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PERSPECTIVA E MAIS ATENÇÃO

Nobres:

O político empreende em sua maioria, ao se tornar contrário aos princípios éticos. Para quem acompanha a política, sabe que não há nada mais desgastante para um político prometer uma coisa na campanha e não cumpri-la. É natural que o descumprimento da promessa, provoque nos eleitores um sentimento de traição. Vivemos um momento crucial, onde se espera a retomada da economia. Com a possível perspectiva de aquecimento do mercado de trabalho, o que não acontece no momento, se prevê o equilíbrio das despesas previdenciárias e o corte dos gastos orçamentários. O cenário neste ano que está se encaminhando para a eleição de políticos que façam o Brasil renascerem politicamente e economicamente. A partir de 2019, espera-se um divisor de águas para o país, com reformas econômicas abrangentes e com mais investimentos infra-estrutural, assim esperamos. Para tanto, devemos evitar políticos populistas com propostas vazias e impossíveis de serem postas em prática, principalmente aqueles que se auto-intitula de “salvadores da pátria” ou se travestem de homens de negócios com discurso que põe em risco a democracia. Temos que ter em mente a busca pela renovação dos quadros políticos, com perfis competentes, sérios, firmes, ponderados, experientes, que façam as reformas estruturais, com base em ampla negociação e jamais recorra às negociatas e transações. Ainda temos convicção de melhorias acentuada a ética social. Certamente, esse seja uma passagem mais segura para a implantação das políticas sociais mais agressivas, das quais o país tanto necessita, de forma a proporcionar uma melhor condição de bem-estar para a população brasileira. Bons políticos existem e continuarão sempre a existir. Cabe a nós, a tarefa de uma escolha mais cuidadosa. Podemos enxergar um bom indício naqueles que se dispõem ao diálogo aberto com a sociedade brasileira, nos que se entregam de corpo e alma a uma boa causa e nos que demonstram um sentido de responsabilidade pública. Por outro lado, fuja daqueles que são atraídos mais pelo brilho do poder, do que pela responsabilidade que traz consigo. Esses provavelmente se aproveitarão da posição para obter vantagens pessoais e o apoio necessário na adoção das medidas e na aprovação dos projetos, como, também, para o corte das despesas e da elevação dos tributos. Portanto, o empenho nesse desafio de renovação dos nossos representantes, na assembléia, câmara e senado, pode se tornar uma contribuição inestimável para retirar o Brasil dessa crise econômica, política e moral que está sendo prioritária para aqueles que dominam o poder temporariamente.

Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 16 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O EMBUSTE NÃO RESPEITA

Nobres:

Defender as atuais regras inseridas na Constituição não se trata de defender que todas as regras contidas na Constituição sejam eternas, é obvio. Algumas críticas em tese procedem para algumas alterações perpetradas pelo Parlamento em desconformidade com a ampla vontade dos eleitores, conforme atestam pesquisas realizadas. Mudanças que consagram verdadeiros retrocessos. E afrontam até as chamadas cláusulas pétreas garantidas pelo §4º, do art. 60. Apesar de sua curta existência, o Estatuto Maior do país já sofreu mais de 100 emendas e outras se encontram em tramitação. No passado, todos devem se lembrar quando da Assembléia Nacional Constituinte e 1988 era literalmente e anarquicamente contra a sua aprovação. Sabemos que o PT uma legenda partidária da desordem e da anarquia é uma premissa daqueles que projetam dentro da irresponsabilidade e da anarquia bem a modo dos milhões de compatriotas. Tanto é que se posicionaram contra a “INTERVENÇÃO FEDERAL NA AREA DE SEGURANÇA DO RIO DE JANEIRO E JÁ ANUNCXIARAM QUE IRÃO VOTAR CONTRA ESTE “REMÉDIO QUE IRÁ MIMINIZAR O CANCER QUE É” OS BANDIDOS que mancham com sangue, entrincheirados na zona urbana fluminense como a população em volta do terror”. É quem defende isso é o Lula, verdadeiro simpatizante de bandidos e da desordem social, do marxismo – leninista seqüência “do castrista e chavistas” e agravado pela corrupção que ora adotou em que a sociedade ética não aceita. O lado positivo desta questão é a separação da sociedade e bandidos que ainda são senhores do poder, caso que esses facínoras demonstram a sua face.    Por outro lado se faz na atual Constituição uma força insuperável do Estado Brasileiro, capitulado em seus artigos. O futuro expurgo desses safados, muitos que são deputados, senadores e até governadores dos estados, estão sendo salvo por questões políticas e politiqueiras, por enquanto. Ora o PT anarquista, conforme interesses de muitos abnegados  corruptos só defende a Carta o que lhe interessar e não está nem aí para o povo. A Constituição é um valor. É algo em que a nação acredita e que todos querem ver concretizados os seus mandamentos. Por outro lado os anarquistas entabulam discursos persuasivos e enganadores para uma população carente nesse insensato mundo de pós-verdades, este é o que afirmamos.

Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 15 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DIREÇÃO AO SARCASMO

Nobres:
Ocorre no momento neste país de largas proporções corruptas pelo seu imperativo político se torna amplexo e distorcido que nos vem trazer uma expressão de um político da região em que o Brasil se tornou “engraçado!” nos dizia: – “Eu não entendo, mas compreendo” referiu-se o velho “filósofo de poucas letras”, mas, que ao longo de sua sapiência, “pasmem os senhores” e, “por obra de graça da divina política, como vereador, chegou a presidência de Câmara na região dos sertões de Crateús, antes referendado pelos votos obtidos do eleitorado daquela terra. Por não entender, mais compreender; se empregou a sua filosofia concernente a política econômica do presidente Temer, anunciando o seu crescimento na economia no Brasil, o aumento do PIB a melhoria do mercado externo, a melhoria do emprego e mão de obra e outros que se refere o presidente, constituindo no seu governo “um paraíso”  e, em conseqüência ‘a queda da inflação em decorrência ajustou os salários, quando demonstrou as estatísticas relativas as questões. Neste contexto encontramos a realidade dos fatos, característica que advém de uma causa enganadora. Dentre os exemplos vamos instar dessa farsa que esta atinge direcionalmente o cidadão é a velha e insuperável Petrobras, alvo marcante e a tábua de salvação dos corruptos de todas as espécies e serviços. O que mais impactou o consumidor nos últimos meses foi a frustração causada pela própria Petrobras ao anunciar duas reduções sobre o preço da gasolina e do óleo diesel que na prática, não chegaram às bombas. Em seu programa voltado para suas metas, a Estatal anunciou duas reduções que não chegaram aos consumidores e no início de dezembro do ano passado veio a autorização para que as refinarias reajustassem os preços aos dois combustíveis, gasolina foi reajustada em 8,1%, enquanto que o preço do diesel subiu 9,5%. Valores que naquele primeiro momento foi repassado às distribuidoras que por sua vez encaminharam aos postos e que chegou às bombas. Mas o segmento de alguma forma se organizou e segurou a alta e a gasolina sempre subiu de preço a nível de consumidor. Esta marmota que o governo considera sensata exclui o povo e não há jeito que acerte este governo que demonstra incompetência e ou mal intenção, exercitar o corporativismo corrupto que ainda diz “controlar a inflação a quase zero, e majorar os preços dos derivados de petróleo pelos últimos meses por cerca de 60%. Quem aparentemente ganha é a “maldição” da seita lulista.

Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 14 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

IMPOSIÇÃO DE GOVERNO

Nobres:

A Câmara dos Deputados sempre foi parceira do governo, principalmente do atual, quando os interesses escusos, as negociatas entre Executivo e Legislativo se entendem e se “confabulam”. Mas o cenário político da Casa em função das eleições deste ano retrocedeu, pondo em “prioridade a reeleição dos deputados em que muitos se agarram ao profissionalismo político visando manter-se de forma vitalícia, como num misto imperial expressando a naturalidade “comum” desta gente. Neste aspecto surgem ‘pseuda’ reformas promovidas pelo presidente Temer e que serão votadas em plenário. “Se vo­tar na Re­for­ma do Te­mer, vo­ta, mas não vol­ta”. Es­tra­nho o tro­ca­di­lho né?! Mais pa­re­ce uma mar­chi­nha de car­na­val. En­ten­dam o pa­no­ra­ma que se en­con­tra a pos­sí­vel vo­ta­ção da re­for­ma pre­vi­den­ci­á­ria: De­pois do Car­na­val, o pa­ís po­de­rá so­frer um du­ro gol­pe com a vo­ta­ção da re­for­ma da Pre­vi­dên­cia na Câ­ma­ra dos De­pu­ta­dos. Mes­mo sem to­do o apoio po­lí­ti­co e po­pu­lar es­pe­ra­do, a equi­pe do pre­si­den­te Mi­chel Te­mer es­tá con­vic­ta de que o tex­to que es­ta­be­le­ce no­vas re­gras pa­ra a en­tra­da na apo­sen­ta­do­ria no Bra­sil se­rá vo­ta­da ain­da nes­te mês de fe­ve­rei­ro. En­tre­tan­to, se a vo­ta­ção não for re­a­li­za­da até o pró­xi­mo dia 28, exis­tem gran­des chan­ces da re­for­ma nau­fra­gar. A ofen­si­va do go­ver­no em prol da re­for­ma é tão gro­tes­ca, que ne­nhu­ma TV bra­si­lei­ra es­tá pro­du­zin­do ma­té­rias equi­li­bra­das so­bre as re­ais con­di­ções da Pre­vi­dên­cia bra­si­lei­ra. Em su­as en­tre­vis­tas, Te­mer e seus ali­a­dos tra­tam os nú­me­ros le­van­ta­dos pe­la CPI da Pre­vi­dên­cia co­mo um equí­vo­co. Na ver­da­de quem es­tá equi­vo­ca­da é a equi­pe do Pre­si­den­te, por não re­a­li­zar um tra­ba­lho de au­di­to­ria mi­nu­ci­o­so so­bre os gran­des gar­ga­los do sis­te­ma pre­vi­den­ci­á­rio e por di­zer que vai com­ba­ter pri­vi­lé­gios sem al­te­rar as re­gras pa­ra po­lí­ti­cos e mi­li­ta­res. Ou se­ja, ape­nas os tra­ba­lha­do­res se­gu­ra­dos do Ins­ti­tu­to Na­ci­o­nal do Se­gu­ro So­ci­al e  os ser­vi­do­res pú­bli­co pa­ga­ri­am a con­ta da má ges­tão de dé­ca­das. A CPI da Pre­vi­dên­cia es­can­ca­rou que o Go­ver­no Fe­de­ral, em 253 pá­gi­nas, er­rou a di­re­ção na pro­pos­ta de re­for­ma apre­sen­ta­da. O ei­xo cen­tral e úni­co da re­for­ma é o de au­men­tar a ida­de mí­ni­ma pa­ra a con­ces­são da apo­sen­ta­do­ria pa­ra 65 anos, no ca­so dos ho­mens, e 62 anos, no ca­so das mu­lhe­res. Co­mo não bas­tas­se, quem pre­ten­de se apo­sen­tar com o be­ne­fí­cio in­te­gral te­rá que con­tri­bu­ir por 40 anos no mí­ni­mo. E os tra­ba­lha­do­res ru­ra­is te­rão que, con­tri­bu­ir por 15 anos. Sem con­tar que a apo­sen­ta­do­ria es­pe­ci­al do ser­vi­dor ape­nas se­rá con­ce­di­da se ele efe­ti­va­men­te ti­ver da­no a sua sa­ú­de (não bas­ta à ex­po­si­ção do se­gu­ra­do ao agen­te no­ci­vo), e não ha­ve­rá mais a ex­clu­são dos 20% me­no­res sa­lá­ri­os de con­tri­bui­ção no cál­cu­lo dos be­ne­fí­ci­os. O cor­re­to se­ria o go­ver­no es­ti­pu­lar me­tas tam­bém pa­ra o equi­lí­brio do sis­te­ma pre­vi­den­ci­á­rio bra­si­lei­ro, co­mo me­ca­nis­mos de com­ba­te às frau­des, mais ri­gor na co­bran­ça dos gran­des de­ve­do­res e o fim do des­vio de re­cur­sos pa­ra ou­tros se­to­res. Se­gun­do a CPI da Pre­vi­dên­cia, a idéia é de aca­bar com a pre­vi­dên­cia pú­bli­ca e cri­ar um cam­po pa­ra atu­a­ção das em­pre­sas pri­va­das. Além dis­so, os relatórios finais dos trabalhos dos senadores identificaram que a pre­vi­dên­cia so­ci­al bra­si­lei­ra não é de­fi­ci­tá­ria. Em re­su­mo, o cha­ma­do rom­bo da Pre­vi­dên­cia não exis­te. Exis­te uma dis­tor­ção no dis­cur­so da equi­pe de Te­mer, em di­zer que o au­men­to de apo­sen­ta­do­ria é prin­ci­pal pro­ble­ma do sis­te­ma. Is­so por­que, ao lon­go dos anos não atuou no com­ba­te da so­ne­ga­ção na área pre­vi­den­ci­á­ria e nem es­ti­pu­lou uma po­lí­ti­ca con­cre­ta de co­bran­ça dos prin­ci­pa­is de­ve­do­res da Pre­vi­dên­cia. Se­gun­do o re­la­tó­rio da CPI, as em­pre­sas pri­va­das de­vem R$ 450 bi­lhões à pre­vi­dên­cia e, pa­ra pi­o­rar a si­tu­a­ção, con­for­me a Pro­cu­ra­do­ria da Fa­zen­da Na­ci­o­nal, so­men­te R$ 175 bi­lhões cor­res­pon­dem a dé­bi­tos re­cu­pe­rá­veis. Ago­ra, por­que se­rá que Te­mer não fa­la so­bre is­so em su­as en­tre­vis­tas na TV? e outros mei­os de co­mu­ni­ca­ção, pois en­tre os gran­des de­ve­do­res da Pre­vi­dên­cia es­tão, gran­des anun­ci­an­tes e cli­en­tes da mí­dia. Por­tan­to, não é um ab­sur­do di­zer que a de­fe­sa da re­for­ma é or­ques­tra­da. En­tre­tan­to, a opi­ni­ão pú­bli­ca não es­tá “com­pran­do” es­te dis­cur­so. Sa­be que a re­for­ma é na­da mais, na­da me­nos, que um “sa­co de mal­da­des” con­tra o tra­ba­lha­dor bra­si­lei­ro. Não exis­te qual­quer ti­po de bô­nus. Exis­te ape­nas o ter­ror po­lí­ti­co e a pres­são em­pre­sa­ri­al, de que não se­rá pos­sí­vel pa­gar as apo­sen­ta­do­ri­as no fu­tu­ro. Dá sim, bas­ta ape­nas co­lo­car a Pre­vi­dên­cia So­ci­al nos ei­xos. E trans­for­mar a re­for­ma nu­ma dis­cus­são mais am­pla, com po­lí­ti­cas pú­bli­cas que re­for­cem as co­bran­ças dos gran­des de­ve­do­res e tam­bém do acom­pa­nha­men­to de to­dos os re­cur­sos, que já des­vin­cu­la­dos dos co­fres pre­vi­den­ci­á­rios. E pe­lo an­dar da car­ru­a­gem, a re­for­ma po­de em­per­rar nas ques­tões po­lí­ti­cas que tan­to des­vi­ram seu re­al fo­co. O ano de elei­ção as­sus­ta os de­pu­ta­dos e também os se­na­do­res que ten­ta­rão sua re­e­lei­ção, mas sa­bem que tem gran­des pos­si­bi­li­da­des de “se vo­tar na re­for­ma do Te­mer, vo­ta, mas não vol­ta”. Exa­ta­men­te, por­que a po­pu­la­ção não es­tá na­da con­ten­te e nem a fa­vor da mu­dan­ça na ida­de mí­ni­ma da apo­sen­ta­do­ria. E, além dis­so, sa­be que o tex­to da re­for­ma ga­ran­te os pri­vi­lé­gios de po­lí­ti­cos e mi­li­ta­res. As reformas estão sendo postas no “ângulo” inverso do que o governo Temer apregoa. Por outro lado a “seita” lulista se aproveita da ocasião apregoa o moralismo, que jamais tiveram  e como padrão, o Deputado José Guimarães, como é natural representante do PT do Ceará, um apêndice incomum no cenário político nacional, para “banda ética” um “moralista, imoral” rindo, “sua cara não nega” com ele aconteceu anteriormente promovendo atos corruptos que macula sua reputação. Em síntese se estabelece o golpe no golpe como central, Lula, Dilma e Temer.   

Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL - 13 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
SEM DIGNIDADE E SEM AUTORIDADE.

Nobres:
Neste “hemisfério brasileiro” continuamos pasmados vendo passar e acontecer tantas coisas que era inimaginável. Mesmo durante o carnaval não houve pausa para prática do desleixe das ações desmoralizadas pelos políticos onde constituiu regra nacional. Os atos de corrupção são notórios como nunca se viu na história de nosso País, nem em quantidade de vezes, assim como em número de milhões e bilhões. Pelo contrário, os que estão no poder e no gozo das piores condutas, atraem seus eleitores de tal maneira, às vezes com a política do pão e circo e os fazem se comportar como incrédulos. Excêntrico; exibe prova, mostra fotos, mostra fatos reais, explica, desenha, mas não adianta. Principalmente a nação da anarquia lulista, um condenado que vive insultando o judiciário, querendo se passar por santo, como característica de enganar o povo que é peculiar do seu caráter, referendado por alguns de sua “seita” e outros que passaram por tribunais superiores que de fato “era melhor se recolher pela idade avançada em vez mostrar a sua safadeza. No fim continuam cegos de paixão e nós aparecemos como o errado. Diariamente se criaram a teoria do: "Não fiz. Não sei. (quando na verdade “estamos desesperados). Estamos assistindo a um espetáculo pernicioso, desqualificado que enoja em vê pela TV e também, pelos jornais essa coisa. Crêem tanto em seus argumentos de defesa que faz réus os que descobriram suas mazelas. Colocam-se como paladinos da ética se sorvem aos goles a impunidade. Estão, de verdade, abusando de nossa paciência. Isso pode levar ao incauto e pacato brasileiro a se descobrir como enganado e movê-lo a mexer-se em favor de seus pares e de seu País. Dizem: "Não brinque com fogo. “Deixe em paz quem está quieto”. Estamos assistindo abestalhados políticos dos maiores cargos, tripudiando uns aos outros, sem o menor respeito, usando em suas falas palavrões que a boa ética nos impede de usá-los aqui. Nas primeiras vezes não substituíram as palavras por algum barulhinho e depois por impropérios. A verdade é, entre outras, que não sabemos onde pode desaguar tudo isso que estamos vendo, ouvindo e nos espantando. Horizontes escuros e sombrios se apoderam de nossa Política e de nossos mandatários governamentais. O pior vê tantos, ainda bem que em número muito menos expressivo, nas ruas gritando e defendendo os malfeitores, claro que, muitos deles a peso de algumas moedas e, no entanto o horizonte se põe cada vez mais sombrio porque não encontramos pela frente, políticos e partidos que possam nos garantir mudanças de comportamento essencialmente ético que o momento requer e que chegaremos naturalmente a se concluir. Esta lastima vai passar, trazemos o dito.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 12 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O IMPERIO QUE SE DESMONTA PAULATINAMENTE

Nobres:

O desmonte é iminente se tem uma visão realística com a retomada do empenho pleno da democracia, cujo lema é cumprir o direito e responsabilidade no exercício de cidadania. Dentro deste processo, veremos que no momento altamente negativo, que a corrupção generalizada atual, rouba os recursos que poderiam ser usados em programas de inclusão social. Só um desses velhos ladrões locupletou-se em mais de um bilhão de dólares. Imaginem o total apropriado pela coletividade larapia de colarinho branco. Não há país que agüente, não há sociedade que não se desintegre, pois o tecido social tem limites à sua manutenção íntegra. Já assistimos em alguns estados da federação a falta de recursos para manter o aparato de segurança do Estado. A experiência mostrou o retorno à idade da pedra, da lei do mais forte, com saques, roubos e assassinatos numa escala sem precedentes como se vivêssemos numa sociedade sem lei nem rei. A desordem financeira decorre da incompetência irmã gêmea da corrupção. Generalizando-se tal desordem não tenho dúvidas quanto ao futuro da nossa unidade nacional, pois onde falta pão sobra confusão. As medidas de modernização das estruturas administrativas do Estado e uma luta constante e eficaz contra os malfeitos e malfeitores da vida pública são urgentes, pois o Brasil encontra-se no limite de sua existência como nação. As diferenças sociais com raízes seculares, pois tem origem na escravidão, são mantenedoras da grande violência urbana que aterroriza o Brasil em seus quatro cantos. A corrupção generalizada rouba os recursos que poderiam ser usados em programas de inclusão social. A experiência mostrou o retorno à idade da pedra, da lei do mais forte, com saques, roubos e assassinatos numa escala sem precedentes como se vivêssemos numa sociedade sem lei nem rei. O retorno á sociedade ética caminha-se a passos largos, porém resistente projetado pela nação “corrupta” que ainda impera no país.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

SCARCELA JORGE - DOMINGO, 11 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RUK CARNAVAL, HUMOR SARAPATEL NA SUCESSÃO PRESIDENCIAL 

Nobres:

Quem país que guarda o misto de humor, corrupção, safadeza, riqueza, pobreza que se vão ao extremo e outras ‘anomalias’ bem ao seu modo de nação.  Entramos nas festas carnavalescas e quem diz que o Brasil para durante o Carnaval, não conhece a política ou, pelo menos, não inclui a política entre as atividades que paralisam seus trabalhos. Vejamos agora, por exemplo. Em pleno período das festividades carnavalescas com uma candidatura que poderia ter sido e não foi e, de repente, parece que pode ser: a do apresentador Luciano Huck, da TV Globo, à Presidência da República. É hilariante isso! Pode surgir um novo Collor “às avessas no sentido ético, daquele que se colocou em primeiro lugar no 1º Turno das eleições presidenciais de 1989” ‘derrubando’ notável da política e em seguida ganhou as eleições no 2º Turno, tornando-se um desastre administrativo e moral que ensejou a sua cassação.  O ressurgimento da possibilidade de ele voltar à corrida eleitoral deu-se após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmar em entrevista, na última terça-feira, que a candidatura de Huck “seria boa para o Brasil” este "velho gagá, com principio de demência é alvo da mídia comprada e corrupta vive um cenário igual a Lula elemento péssimo como ela pensa no sentido inverso pra o Brasil e que em seu último governo que foi negociado com o Congresso, em troca de "benesses".  em todos os aspectos  com potencial para “arejar” e “botar em perigo a política tradicional”.  Tal raciocínio, expressado pelo nome de maior relevância do tucanato nacional, eta PSDB alma gêmea do PT partido formado pela dissidência do PMDB evidentemente que tem força para ser interpretado como um estímulo à candidatura que objetivamente é humor para quem raciona, e não aqueles que adotam a irracionalidade, droga, "o tiro" uma apologia a quem quer viver e não elementos que não tem respeito a própria vida - são guetos humanos. Colocando Huk como um herói nacional "capaz" de resolver os problemas da nação, que todos nós sabemos que não, gerou problema no seio dos tucanos já têm um candidato à presidente: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ligando os pontos, é plausível interpretar a fala de FHC como, no mínimo, uma avaliação cética sobre as chances do governador, muita gente interpretou assim, a tal ponto que FHC, ontem, precisou dar explicações. Nestes quatro dias de folia que teremos pela frente, Alckmin, FHC e Luciano Huck não vão desligar da tomada suas articulações e aspirações. O Brasil pode até parar, enquanto o povo festeja nas ruas. Mas a política continua a todo vapor e conseqüentemente um “embaralho” para escolha do eleitor.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 10 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INSPIRAR CONFIANÇA PARA SOCIEDADE

Nobres:

Por deveras inegável o resgate a confiança perante a sociedade ética, parte dos juízes e procuradores dando hoje ao Brasil, na medida em que destemidamente prosseguem “desmontando” a podridão política brasileira, lição inesperada e magnífica, ponto de partida, talvez, para um novo País. Ao mesmo tempo, porém, estão dando também o péssimo exemplo de uma luta indigna pela manutenção de privilégios injustificáveis, como o calamitoso ‘Auxilio-Moradia’. Chegam a organizar passeatas para pressionar os julgadores do processo que estava retido por anos a fio por Ministro que concedera indecente liminar. ‘Como mostragem’ se descobre que um juiz da Lava-jato recebe dois auxílios-moradia, um dele, e outro da esposa, morando na mesma casa. Claro que é abissal a diferença do volume dos valores em causa, mas, no fundo, são privilégios e regalias o que uns e outros querem os acusados da Lava-jato e os juízes que os condenam. Pretender-se-á que a diferença está na lei? Que, enquanto os empresários e políticos corruptos buscam privilégios fora da lei e até contra a lei, os juízes e os promotores querem garantir os privilégios que a lei lhes dá? Primeiro, é sumamente discutível que a lei realmente dê esses privilégios. Por que, para juízes e procuradores, moradia, alimentação, etc, serão “auxílios”, verbas indenizatórias, que podem e devem ficar fora do teto remuneratório, ao passo que, para todos os trabalhadores comuns, são itens da remuneração (que esta serve precisamente para assegurar, aos trabalhadores e a sua família, habitação, moradia, alimentação, etc, como está no art. 7º, IV, da Constituição)? Quando alegam que o Auxílio-moradia serve para compensar a falta de reajuste, o que fazem é explicitamente reconhecer o caráter remuneratório desse pretenso Auxílio. Moradia até poderia ser verba indenizatória, mas somente para alguns casos específicos, jamais para todos os juízes e procuradores. Depois, se o Auxílio-moradia de fato estivesse na lei, não é, afinal, tão difícil assim colocar na lei também a legalidade do caixa 2, o adicional das contratações de obras públicas para financiamento dos partidos ou até como pro-labore dos seus contratantes. Por que não? Um pouco mais de ousadia e os legisladores, tão pródigos em legislarem em favor de si mesmos, fariam isso. Se a lei não precisar obedecer a certas exigências da razão e da ética pode incluir o caixa 2, e os outros desvios, porque pode institucionalizar privilégios qualquer um. Inadmissível é a defesa cínica, explícita, arrogante, das regalias e dos privilégios. Os juízes e procuradores que não percebem o escândalo e a indignidade que é o Auxílio-Moradia, no fundo não podem se levantar contra os crimes da Lava-Jato. São casos de aberração e aí se tornam efetivamente isonômicos, sim, que impera a macilento processo que ausenta o nosso país.

Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA - POSTADO ÀS 9:44 HORAS, 9 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONVITE FORMALIZADO

Nobres:

Estou sendo convidado por um colega jornalista, que lançou um livro, por experiência própria, “achou-se por bem” me propor para lançar-me um livro, objetivando retratar a face da nossa terra - Nova-Russas -. Os aspectos seriam múltiplos em que evidenciariam todas as faces do nosso torrão. Confesso, anteriormente tinha sido sondado por outros, porém não era o meu objetivo. Entretanto, poderei: estou relutando e já vi “escritores da terá” através dos escritos manifestarem os seus pensamentos, palavras e ações em decorrência própria e outros desleixes que refletem por várias normas de entender. Mas, ao meu modo “seria um impresso” consubstanciado de fatos que testemunhei durante a minha trajetória.  Neste aspecto expressaria a minha visão de ser por este lado: quando a profissão de escrever resgata e o texto reflete, aos poucos, a construção de sua personalidade que aponta para os seus sentimentos. Dessa forma, quem escreve se debruça sobre os seus sentimentos. Por isso devemos sempre respeitar os escritos que fluem das mentes verdadeiras, que não foram ainda violentadas pela compra de opiniões de terceiros que pagam para obterem apoio popular às suas idéias ou opiniões, muitas vezes, mentirosas. Infelizmente também temos lido autores que são pagos para escreverem epopéias inimagináveis com o objetivo de enganar os leitores, revertendo verdades através de sofismas e querendo tornar verdadeiros os mitos. Esses, por força do poder econômico, tornam-se formadores de opinião através das mentiras postadas entre todos os meios de comunicação. É a poluição que acontece em qualquer área do conhecimento e atividade do ser humano. Agora, mais do que nunca, tem proliferado esse tipo de jornalismo e escrita de livros, que existe para contemplar os que comandam o poder. Fala-se, nos dias de hoje, sobre a importância do diploma de jornalista para aqueles que praticam essa profissão. Talvez essa seja uma boa solução para evitar a falta de cidadania daqueles que agem sem critério dentro de uma profissão tão importante para a sociedade brasileira. Claro que muitos livros têm sido escritos com a tônica de um preparo mental da sociedade para o mal, mas as crônicas e artigos do dia a dia, com o mesmo intuito jornalístico, têm tido uma influência maléfica muito maior do que os livros. Esperamos uma maior crítica dos nossos leitores para que saibam separar o joio do trigo e abominar esses falsos profissionais e assim se possa ver, cada vez mais, crescente o número de escritores e jornalistas do bem! Só o poder das mentes esclarecidas é capaz de selecionar a boa leitura daquela perniciosa ou passional. Para tanto é preciso uma formação intelectual que inclua em seu bojo uma grande escola.
Antônio Scarcela Jorge.

EM TEMPO:

Saudação Dúbia:

"Boa noite imprensa! - que imprensa? qual atividade no sistema de comunicação exerce! - é a falta de critério desta gente e a credibilidade abaixo da verdadeira crítica. Tudo é sintético neste país e Estado (Ceará) maravilha! - "se engana que o povo gosta!

Antônio Scarcela Jorge.
  

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 9 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CIDADÃOS SOFRÍVEIS


Nobres:
Poderia ser surreal, mas é verdade, onde milhões de pessoas se esforçam diariamente para ao fim do esforço conseguir apenas o necessário à sobrevivência, a grandiosidade das somas mencionadas no decorrer das investigações recentes no país. Fala-se em dezenas e até  centenas de milhões de reais como quem se fala no preço do ingresso do cinema ou de algum produto no supermercado. A comparação pode a princípio parecer raciocínio com pano de fundo populista, afinal, em toda sociedade democrática tem gente contando tostões e outras acumulando milhões, mas nesse caso é outra coisa. É um raciocínio revelador de um momento doloroso para o país e particularmente doloroso e sofrido, até para quem está sentindo na pele os efeitos da crise. Temos hoje no Brasil, segundo as últimas estatísticas, 14,2 milhões de pessoas desempregadas. Nos últimos doze meses, mais de três milhões engrossaram essa cifra. À margem da frieza dos números, é possível imaginar que não há um brasileiro hoje que não tenha um familiar, um amigo, um colega de trabalho desempregado. Entre eles, muitos que há tempos buscam retornar ao mercado de trabalho e não conseguem. E que, para sobreviver, enveredam por ocupações informais ou contam com ajuda de parentes. Para que essas pessoas voltem à condição de empregados, ou consigam o primeiro emprego, é preciso que o país saia da crise, que os investimentos retornem que a economia encontre o caminho da estabilidade e da melhoria dos seus indicadores. É este diagnóstico que traz para a vida de cada um a comparação feita acima. Enquanto, cá embaixo, as pessoas padecem lá em cima; o Brasil  patina na incerteza. As atenções do país estão voltadas, com razão, para a revelação de práticas ilícitas e para a investigação de personalidades políticas e empresariais. Os mecanismos da privatização da coisa pública estão sendo expostos em toda sua crueza, para que todos vejam. Mas há outra parte do país igualmente merecedora de atenção a dos brasileiros que estão sem emprego e dos que lutam para garantir o básico a suas famílias. Para essa parte do Brasil não interessa qual partido está mais envolvido, ou qual liderança mais traiu a confiança popular. Para esses brasileiros que estão sentindo na pele os efeitos da crise, a prioridade é outra. É fundamental ter a atenção voltada para eles. Ao fazer isso, nos damos conta que tanto os inflamados discursos pseudomoralistas quanto encobertam tolerâncias ao ilícito os tratam como meros coadjuvantes. Não estão nem aí para a sorte deles. Mas qualquer eventual solução para a crise que não contemple as necessidades desses brasileiros será, em qualquer circunstância, uma solução incompleta. Esta é a nossa realidade.

Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 8 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PROTEGER O COMPANHEIRO.

Nobres:
Antigamente (é raríssimo neste contexto) alguns governos adotaram a seriedade e a responsabilidade de cidadania, hoje, bem diferente da predominância da cultura neste Brasil que é brincadeira e irresponsabilidade. Baseado neste conceito, é que o atual governo, “embargou uma decisão anterior do governo ao conceder ao regime tirano de Fidel Castro, (que o diabo lhe proteja) e fisicamente de seu irmão Raul reatar relações diplomáticas a Cuba, interrompida quando a ilha maldita tornou um satélite da Confederação Soviética. Neste contexto quem esteve radiante de alegria foi o corrupto Lula, simpatizante fiel do idealismo marxista, que sempre m suas normas internacionais sempre anarquistas, qual o corrupto e que sustentou recursos à custa dos imbecis companheiros e de todo povo brasileiro para sustentar um regime deficitário. Neste país tudo pode acontecer por ação do PT, o dia se transformaria em noite, devido os milagres políticos (roubos) do ora santificado por uma parcela irracional do povo brasileiro. Única e exclusivamente a impedir que Lula voltasse ao Planalto, outro farsante da “quadrilha” que seria apenas mais uma tentativa de fazer de Lula um “intocável”, alguém que está acima da lei. Em resumo, trata-se de proteger Lula, assim como tentou fazer Dilma Rousseff no episódio em que ela nomeou seu antecessor ministro-chefe da Casa Civil, posição que lhe garantiria foro privilegiado. causa espatifa e "aparente" em outra espécie o Temer, nomeou Cristiane Brasil, Ministra do Trabalho, imagine, o presidente guardou sua forma corrupta, (há Brasil "escumado") em prestigiar um seu aliado, o Senhor excelência corrupta, Roberto Jefferson, cassado pela Câmara, por "falta de decoro parlamentar" uma extremidade em tese, porque lá abriga as figuras que dá nojo para sociedade ética, sem potencial onde essas figuras apodrecem a Casa.  que em um país sério estaria na prisão, mas hoje comanda o PTB nacional, " isto é verdade) Agora, não se trataria de uma blindagem formal, como a concedida por um cargo de ministro, mas de uma proteção informal, da opinião pública se voltaria contra as operações Lava Jato, Zelotes e Janus por estarem condenando alguém que manifestou a intenção de se tornar presidente. É surreal que alguém imagine que o curso normal num julgamento na esfera criminal sejam alterados pelo simples fato de o investigado ou réu manifestar a intenção de se lançar candidato ao Planalto em 2018. Como se os processos devessem parar graças a um anúncio de pré-candidatura, ou como se o fato de um pré-candidato condenado tivesse necessariamente ligação com o panorama eleitoral, e não com os atos cometidos por ele. Esta é apenas mais uma tentativa de fazer de Lula um “intocável”, alguém que está acima da lei e não pode ser tratado como os demais brasileiros. O próprio ex-presidente já manifestou essa idéia em várias ocasiões não com essas palavras, obviamente, mas deixando a entender que nenhuma das medidas judiciais tomadas contra ele ou membros de sua família tem qualquer justificativa e que, se a “alma mais honesta deste país” está sendo levada à Justiça, prova, aliás, de que o choro não tem servido para livrar o ex-presidente, só pode haver intenções mesquinhas da parte dos que o acusam, motivações que nada têm a ver com o objeto das ações penais. Ela pode servir para a militância, que já nem prestigia Lula como antigamente a vaquinha para ajudar a pagar a defesa do ex-presidente atingiu pouco mais da metade da meta. parte da militância entendeu que o crime, só é um inicio de uma série de acusações, evidentemente e previamente "comprovadas pela sociedade, serviu para robustecer a "lavagem de dinheiro" 'apropriação inabita' e roubalheira, que certamente capitularia uma série de crimes ornamentadas pela legislação pertinente. Para refrescar a memória, os fatos aconteceram e obviamente  não convence a população, que em outubro derrubou o PT e, em São Bernardo do Campo, impôs uma derrota pessoal a Lula negando a um de seus filhos a reeleição como vereador. Se Lula chegar até lá, não deverá ser diferente. Esse é o atual estado das coisas dos aliados de Lula, um bom disfarce é o Presidente Michel Temer o companheiro de chapa das duas últimas eleições presidenciais. Não precisa pressagiar o que na época será concreto.

Antônio Scarcela Jorge.