domingo, 22 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 22 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

PARTIDOS POLÍTICO NO BRASIL GERA CONTRADIÇÃO ENTRE PESSOA E IDEIA

Nobres:
É utopia ou hipocrisia sustentar que a democracia é possível sem partidos políticos à democracia é necessária e inevitavelmente um Estado de Partidos. Estamos implicitamente formando a ideia do pluralismo democrático representativo, principalmente em sociedades cada vez mais complexas. Tome-se partido como sinônimo de organização, ideologia e programa. É visão natural de quem viveu em ambiente cultural com instituições democráticas e consolidadas. Ou seja, partido com o propósito de efetivamente representar a vontade popular, com vistas à formação, planejamento e implementação de políticas públicas. A descrever vários cientistas políticos no mundo consideram essas organizações apenas como meio de proporcionar aos seus dirigentes no seio do Estado e aos seus militantes oportunidades imaginados e materiais de realizarem objetivos preciosos ou obterem vantagens pessoais. No Brasil, conquanto desde o início da República tenha se formado o consenso sobre a importância de eleições como peça fundamental da organização política e consolidação da democracia, paradoxalmente, na sua grande maioria, os partidos políticos continuam sendo conduzidos dentro de um sistema inteiramente cartorial. Eleições acabam se tornando um confronto entre pessoas e não de ideias. Os programas partidários não passam de letras mortas. E, no mais das vezes, os nossos graves problemas sociais e econômicos, cujas soluções são apresentadas no curso do processo eleitoral, acabam esquecidas no dia seguinte à vitória. Raros são aqueles que perseveram nos compromissos assumidos. Dentre tantas razões para explicar essa situação partidária nacional, penso que uma cabe maior destaque: a formação dos partidos dentro de uma visão patrimonialista de sociedade, em que os ocupantes de posições públicas de relevância jamais fizeram a necessária e fundamental distinção entre os domínios do privado e do público. Ou seja, a gestão política acaba por se transformar em assunto de interesse particular. A começar pela escolha de auxiliares, quando reiteradamente prevalece a confiança de quem indica do que a capacidade profissional e moral dos que devem ocupar os cargos e as funções. Recente registrou-se da mídia nacional ao demonstrar como essa situação ainda está longe de ter um fim. Isso porque, acaba de ser encerrada a temporada de troca de partido. Foram milharem de políticos que mudaram de agremiação. Em muitos casos em total contradição entre a ideologia e o programa do partido de saída e do de chegada. Na Câmara dos Deputados 80 parlamentares passaram de legenda, o equivalente a 16% do total de 513. Como registrou a imprensa, nenhum caso teve motivação ideológica, mas tudo a ver com a disputa pelos recursos disponíveis para financiamento das campanhas. Resta esperar indubitavelmente que o fisiologismo desavergonhado, a permissividade da legislação e a pulverização do poder no Parlamento terão consequências para o atual e o governo que vier a sucedê-lo. Esse quadro, que nos envergonha enquanto nação mostra o quanto precisa mudar em termos de organização partidária o país que possui o quarto maior eleitorado do planeta, perdendo apenas para Índia, Estados Unidos e Indonésia. É mais um dito “escândalo sintético e amoral” que rotineiramente ocorre na política brasileira.
Antônio Scarcela Jorge.
  

sábado, 21 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 21 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

LIBERDADE DE IMPRENSA NO BRASIL PARECE UTOPIA

Nobres:
De princípio nos reportamos a verdadeira imprensa, não a falsa que segmentos da representatividade de instituição “a cada troco” em reverencia a bajulação teimam em assinalar principalmente aos bisonhos de formação que são obrigados a atalhar pelos elogios. no setor é circunstancia e "deleta" da cultura que caminha em passos do inicio do século passado devemos passar a largo e desconhecê-las. A verdadeira imprensa que  diante dos últimos acontecimentos da anarquia que tomou conta em alguns centros urbanos do país, mais especificamente nas imediações onde o corrupto Lula tomou conta do território da anarquia e da safadeza cuja desordem de pronto é promovida “por cowboys tatuados” e vagabundos que eles chamam cidadãos em contradição são partidários da “ideologia do gênero adotada pelo lulismo que se sucumbe no decorrer do cotidiano e que a sociedade não é peculiar a estes casos. Quando recebeu “voz de prisão” naquele dia feliz para o cidadão ético, entre toda baderna consagrada pelo meliante se evidenciou a gravidade do ensejo, agressões à imprensa, quando cumpria o fiel e dever da profissão em informar a sociedade brasileira. Entre os aspectos explicitamente seria que a liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia, assim como o respeito às decisões judiciais. Ultrajar os profissionais e impedir que exerçam seu ofício significa desprezar o marco do Estado democrático de direito. Mas, não é novidade o que se expõe vamos nos reportar a razão às estatísticas que sujeita opiniões e dados relevantes a realidade e a opção pela violência colocou o Brasil na oitava posição na lista de países com mais crimes sem solução contra jornalistas, segundo levantamento do Comitê de Proteção dos Jornalistas. No ano passado, foram 99 casos de agressões aos profissionais, expressiva queda ante os 172 casos de 2016, explicada pela diminuição de manifestações públicas, como as ocorridas em quase todo o país. Hoje, o Brasil ocupa o 103º lugar entre 180 nações no ranking de liberdade de imprensa. O apelo à violência é demonstração inconteste de incapacidade de dialogar, de reconhecer os próprios limites e, pior, se confundir com uma turba de vândalos. Inaceitável que militantes, independentemente da ideologia ou coloração partidária, impeçam o trabalho da imprensa, cuja missão, amparada na Constituição Federal, é a de assegurar à sociedade o acesso à informação sem a interferência do Estado ou de qualquer outra instituição, seja pública, seja privada. Ainda o ataque aos jornalistas em Brasília mereceu o repúdio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), da Associação Nacional de Jornais (ANJ), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), da Presidência da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no DF e do procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bessa, que colocou o Ministério Público do DF e Territórios à disposição para colaborar com as investigações. O mesmo cabe para a violência em São Bernardo do Campo. Chegar aos responsáveis é medida que se impõe. A liberdade e o respeito dispensados às manifestações públicas devem, igualmente, ser dedicados aos que trabalham e cumprem o papel social de levar aos cidadãos notícias sobre o que ocorre na cidade, no país e no mundo sem distinção ideológica, econômica ou política. O povo tem o direito de ser informado com isenção, papel desempenhado pelos meios de comunicação. A seita Lula pelo seu fanatismo e anárquico quer medir forças com segmentos das instituições da república. Ledo engano a “estratégia” se consolidará.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

E D I T O R I A L - S C A R C E L A J O R G E

EDITORIAL­
Scarcela Jorge

DR NETO ROSA – PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL

Ante a proximidade do período das eleições que acontecerá neste ano de 2018, onde serão eleitos deputados estaduais e federais, senadores, governadores e presidente da República,  diversos partidos já iniciaram as articulações para definir seus pré-candidatos. Em Nova-Russas surge um novo pretendente a candidatura a deputado federal deve lançar seu nome, e de acordo com às informações preliminares o nome do médico Dr. José Gonçalves Rosa Neto o conhecido Dr. Neto que vem se destacando nas áreas prioritárias da medicina e especialmente em hospitais em todo território regional e concomitantemente, “montou por conta própria” os consultórios médicos para prestação de serviços voluntários na comunidade regional de maior carência atendendo consultas em especial aos pacientes que se dizem gratos pelo seu espírito vocacional ao bem-servir a este segmento e extensivo toda comunidade que lhe procura. Oriundo de uma família tradicional da política novarrussense, “tem como patrono” o Senhor José Gonçalves Rosa, empresário comerciante e industrial, “seu avô”, (in memoriam) que exerceu a magnitude do cargo de Prefeito Municipal de Nova-Russas, sendo eleito em 1966 e empossado no quadriênio de 1967/71 e o Sr Francisco das Chagas Rosa, Engenheiro Agrônomo (seu tio) ex-prefeito municipal de Nova-Russas hoje exercendo as atividades de sua profissão como grande empreendedor escritor, palestrante como técnico renovado na área de preservação ambiental em todo o Estado e parte do nordeste brasileiro. Neste ensejo apresentamos para conhecimento o “seu legado familiar” – (Filho de Pitichico (in memoriam) e Senhora-) incluímos o histórico do jovem Neto Rosa que não tem o cansaço peculiar provocado pela sua vasta atividade cotidiana incluindo a raiz familiar vocacional característico e estimulado pela comunidade, resolveu colocar seu nome como pretenso candidato a Deputado Federal pela legenda partidária do PMN, partido em que o Dr. Rafael Holanda Pedrosa – atual Prefeito Municipal de Nova-Russas – (seu colega de medicina). Consolidado o desejo de segmentos da comunidade o Dr. Neto poderá conquistar uma cadeira de Deputado Federal, ampliando a representatividade parlamentar no Estado e  consequentemente representar Nova-Russas por um filho nato e consequentemente direcionar pleitos destinados ao município e a base estadual que poderá representar.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - 20 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

ESTILHAS DA POLÍTICA

Nobres:
No limiar do processo eleitoral de 2018 onde se evidencia as eleições presidenciais, mas em contrapartida permanece a crise política ainda bem patente nas subconsciências de desânimos e desesperança de um povo que um dia soube e ousou sonhar bem alto. Encastelados na corrupção, políticos cada vez mais se fortalecem no patamar da corrupção e da falta de moralidade ensejando um país desgovernado. Repetem-se o cotidiano, desânimos e desesperança, porque durante últimas eleições presidenciais e legislativas, houve chuvas de promessas e comprometimentos de diferentes candidatos em criar condições para que se possam alcançar largos consensos no manto do diálogo e consequentemente consolidarem a tão almejada estabilidade moral neste país. Infelizmente, as promessas eram tudo menos sinceras. O compromisso para com o povo era conseguir o voto, e depois, nada. As promessas de ontem, a contradições cegas de hoje, e quem sabe, as turbulências de amanhã. Assim vai este país de homens e mulheres irresponsáveis! É mais um sinal equívoco do fracasso coletivo. Os políticos de agora em sua maioria considerados marginais, onde o cenário da política se associa com a polícia e a Justiça foram quase todos os responsáveis desta desgraça coletiva. Na verdade, esta crise permitiu compreender a similitude dos políticos. “Farinha do mesmo saco”! É verdadeiros espúrios das expectativas legítimas do povo que aspirava mudanças rumo a um país de “primeiro mundo”. Enquanto povo, esta crise revelou o nosso elevado grau do conformismo o que aparenta nas ações ao longo da perplexidade em a anarquia lulista, num desespero vulgar está apelando pela FARC, segundo o site do PT divulga a solidariedade desta instituição terrorista da Colômbia, onde um governo demonstrou fraco potencial para “debelar” os vermes ainda vivos neste continente desenvolver-se e desafiar a sociedade e as instituições da república. Por outro lado segmentos da sociedade mostram-se incapaz e indiferente. No futuro bem próximo talvez reaja quando os estilhaços da desordem bater na porta dos brasileiros. É urgente mudar o nosso olhar e sair definitivamente deste sono profundo. Sem o enraizamento da cidadania ativa em defesa do bem público o país permanecerá uma propriedade dos políticos corruptos sem o apoio incisivo da sociedade o segmento operacional e ético  Justiça tornar-se-á fragmentada.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 19 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A SOCIEDADE ESTÁ SENDO CHAMADA A PARTICIPAR


Nobres:
Perante da universalização da corrupção no país, há um dito marcado pela crítica aos maus políticos que ora encastela o poder. Mas é também uma frase que ganha força quando estamos prestes a ingressar, uma vez mais, em um processo eleitoral. O raciocínio é simples e lembra muito o dilema da família que, ao chegar cansada do trabalho durante a semana, prefere deixar que meia dúzia decidisse o futuro de todos que precisamos entender que as eleições (felizmente!) vão ocorrer com ou sem a nossa participação. E que da nossa efetiva atuação dependerá a definição dos nomes que vão sair vitoriosos das urnas. Não há outra opção no Estado Democrático. E não há opção melhor que o Estado Democrático para a sociedade. Determinar o voto de forma impensada ou, pior, trocar o voto por um benefício qualquer são práticas danosas, que comprometem a qualidade do processo eleitoral. E ainda mais grave: são atitudes que transferem para terceiros a responsabilidade pelo resultado das eleições. Por isso, a Ordem dos Advogados do Brasil neste aspecto participa com grande entusiasmo da campanha “Vote Consciente” que pretende chamar o eleitor à responsabilidade. A hora é de dar um basta à passividade e tomarmos as rédeas para juntos conduzirmos nossos destinos há um tempo melhor, com mais igualdade e justiça. Não há razão que a malandragem se deixe dominar e não pode ter vez nas urnas no sentido majoritário como se configura com os últimos resultados das pesquisas de intenção de votos, é um desastre para o Brasil, convidar a sociedade ética e participativa em outrora.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 18 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A SOCIEDADE NÃO ABONA

Nobres:
Depois do advento dos governos lulistas por um elemento em que o Brasil só começou a contar a nossa história após o cenário político que ele “comandou” segundo a seita de fanáticos irresponsáveis, intelectuais irracionais e ou interesseiros, alguns céticos da realidade e da razão onde o lulismo estimulou a violência seguida por seus adeptos, parceiros do embuste. Afora deste contexto que se associa a este desleixe, quem imaginaria quarenta ou cinquenta anos atrás, que iríamos ver em nosso país, cenários que hoje são mostrados diariamente, escancarando a degradação dos costumes na sociedade brasileira, apesar do notável avanço da tecnologia que torna mais fácil e mais agradável à vida das pessoas; nos meios de comunicação, então, o progresso foi  grande  e rápido e hoje a criança cresce nesse ambiente de tecnologia avançada e acessível a todos; não por “obra” do descarado condenado pela Justiça por atos exclusivos de sua ladroagem programada por centenas de laranja dos mais variados segmentos, do seu partido o PT e legendas aliadas que querem nas diversas camadas da população insinuar que seu santo é preso político com a chancela de marginais de grande excelência, de colarinho branco, empresários, marginais chulos e “puxa sacos” que servem apenas como “massa de manobra” prova cabal das manifestações que não sabem o porquê da participação, nem o “troco não receberam” conforme declarações a imprensa.  É natural que a humanidade sempre conviveu com atos de violência e assim será até o fim dos séculos, pois isso está intrinsicamente ligado à natureza  humana; só não imaginávamos que atingiria um patamar tal que chega a impedir o sagrado direito de “ir e vir”; ou será que alguém teria a coragem de ir, despreocupadamente, tal como passado, a qualquer rua ou bairro de alguma cidade brasileira? A corrupção foi outra praga que se alastrou como fogo, nos últimos anos e, diariamente, somos “brindados” com novas notícias mostrando atos de corrupção nas diversas esferas da vida nacional, principalmente, no mundo da política; já ouvi de algumas pessoas que o assunto “está cansando” e isso reflete certa acomodação diante de um fato terrível, pois se trata do desvio do dinheiro público, dinheiro arrecadado do trabalho de todos os  brasileiros, para ser usado, justamente, na melhoria  das condições de vida da população. Ansiamos ser dispensável repetir a situação da saúde pública e das condições dos nossos hospitais vez que se tornou notícia diária nos diferentes meios de comunicação. Mas, perguntará nobres, o que isso tem a ver com corrupção? Tem muito a ver, pois se os recursos já não são satisfatórios para um bom atendimento e boa parte deles é perdida em ações de má gestão e de corrupção. “De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), desde 2002, em torno de 30 % dos recursos federais desviados no país, pertencem à área da saúde; de um total de 15,9 bilhões desviados, um terço teve origem em distorções no âmbito do Ministério da Saúde, ou seja, 4,5 bilhões de reais”. A rede hospitalar brasileira, excetuando algumas “ilhas de excelência”, está em precárias condições econômico-financeiras, estamos sofrendo as agruras de um descaso com a saúde do povo brasileiro, numa mistura de corrupção e má administração do dinheiro público, que se acentuaram nos últimos treze anos. E assim vamos convivendo com problemas que outras nações, do porte da nossa, já resolveram há muito tempo; é bem verdade que no nosso país, pelas suas dimensões continentais, os problemas são maiores e ainda não suplantamos os imensos desníveis socioeconômicos e culturais que existem entre as diversas regiões brasileiras especialmente o nosso nordeste que nem percebe a santidade da seita radical que evidencia “o santo” com a parceria de certas religiões que vivem em constante vigila para que o país continue um grande mau. Todavia está ficando insuportável conviver com essa violência e não se tomar providências duras em relação aos casos de corrupção o Brasil se afundará.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 17 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 17 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A SAÍDA É UMA CONSTITUINTE

Nobres:
O Estado brasileiro está aparelhado por agentes corruptos e corruptores, englobando todos os entes federativos: União, Estados, Distrito Federal (este principalmente) e Municípios. Esse fenômeno deletério se evidencia em todos os poderes: Executivo, Judiciário e Legislativo e as instituições com independência administrativa e financeira e competências e atribuições constitucionais relevantes, com as honrosas exceções que confirmam a regra da ética que deve nortear os entes e os servidores públicos. Diante desse quadro dantesco de descalabro na “res publica”, lutar é preciso para erradicar a corrupção que grassa nesse pobre Brasil. Viver é apenas a condição para lutar sem trégua e sem quartel, todo o tempo e em qualquer lugar do território nacional, e para isso é necessário convocar o verdadeiro e trabalhador povo brasileiro. Tudo sem violência, sem revolução, golpe de estado ou guerra civil. O Brasil vivencia uma crise institucional, jurídica, política, social, administrativa e econômica. Os Poderes da República que deveriam funcionar de forma independente, mas harmônica, não têm mais independência e muito menos harmonia. O Poder Executivo se apropriou das competências do Poder Legislativo e tem notoriamente legislado através de Medidas Provisórias sobre tudo e qualquer matéria, requeira ou não urgência. O legislativo tem feito às vezes do Poder Judiciário anistiando multas eleitorais aplicadas aos partidos políticos judicialmente. As organizações criminosas tomaram conta dos presídios e comandam os crimes a partir das unidades prisionais onde seus chefes estão recolhidos. São Judiciário, Legislativo e Executivo ao mesmo tempo. É a desordem total. Faz-se necessário reconstruir moralmente a nação, reestruturar a sociedade, repactuar a federação ou mesmo refundar o Estado Brasileiro desde desastre institucional. Só há um meio de resolver a situação de descalabro político e jurídico em que se encontra o Brasil. Sem dúvidas é por meio da convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva, com a finalidade de elaborar e promulgar uma nova Constituição, capaz de atender aos reclamos do nosso povo por um Estado de Direito, soberano, livre, justo, igualitário e solidário só é possível se a sociedade se mobilizar por ação.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA (POSTADO ÀS 9:25 H) 16 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A VELOCIDADE DO TEMPO

Nobres:
Acudir da premissa do radialista e então deputado Moézio Loiola que apresentava um programa intitulado “Parece que foi ontem” na rádio Assunção Cearense de sua propriedade e retransmitida semanalmente (se nos falha a memória) na “então” pioneira Rádio Difusora de Nova-Russas do nosso estimado Comendador Luiz Aguiar Vale no inicio de sua operação radiofônica nesta cidade. Por esta razão usamos deste conceito para reafirmar o tempo que transcendentemente instou a velocidade do tempo que passa imperceptível quem se dê conta. No dia 2 de janeiro afirmamos que supostamente o ano estava passando rápido demais. Pois passou janeiro, veio fevereiro, março e estamos em abril a caminho do fim deste mês! Mas, o calendário engatou a quinta marcha: vêm aí os meses de maio, junho quando se inicia a Copa do Mundo e chega ainda mais as eleições em outubro e veremos passar mais depressa ainda. É claro que a duração do tempo é sempre a mesma, mas que dá a impressão que os 60 segundos de um minuto estão correndo mais acelerados. Ainda usando da premissa em alusão ao exposto, “parece que foi ontem” quando fiz 18 anos, isso dá impressão, mas, na realidade percebemos as nossas primeiras rugas e a perda do potencial da saúde (no meu caso) nos contempla com a realidade implacável dos nossos dias.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 16 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

AS ELEIÇÕES DESTE ANO

Nobres:
Diante da perplexidade impositiva do povo brasileiro enfim estamos nos aproximando de uma das eleições de maior incerteza em nossa história recente. O ambiente é de muita radicalização, intolerância e falta de esperança. Alguns propõem soluções messiânicas que aprofundam as divisões. A investigação da corrupção expõe as vísceras de um modelo político falido. Ao mesmo tempo, muitos já percebem que a saída democrática para a crise passa pelo revigoramento da política. Nunca pela sua substituição por atalhos antidemocráticos e autoritários. Não substitui à altura a atividade política e a experiência dos políticos. É justamente em épocas de crise que a capacidade de diálogo dos políticos torna-se mais necessária. No atual clima de exasperação contra os desmandos da política brasileira, precisamos ter cuidado para não colocar todos na vala comum. Não jogar fora o bebê com a água do banho. Há políticos e políticos. É neste quadro que se começa a discutir o formato das composições e candidaturas. Embora tenha vocação universalista, a política começa pelos arranjos de poder no nível local. Para recuperar credibilidade, os partidos irão buscar legitimação nesse nível de poder regional, com candidaturas e acordos localizados. Que podem se sobrepuser à lógica nacional da eleição presidencial. Mormente porque até agora não existem candidatos presidenciais que estejam empolgando o eleitorado. Embora se apresente o panorama, é de muitas candidaturas presidenciais. Como na de 1989, quando Collor e Lula passaram ao 2º turno mesmo com diminutas estruturas partidárias. Há, portanto, uma grande incógnita sobre a força  nacional das coligações nessas eleições. Parece mais provável que prevaleçam os arranjos regionais. Assim, um mesmo partido pode apoiar um candidato a presidente em determinado Estado da Federação e ao mesmo tempo, o seu competidor em outro. Podem se tornar comuns os palanques estaduais com mais de um candidato na disputa presidencial. Outra incerteza é à força das máquinas políticas. Além de ter de escolher um candidato a presidente, o eleitor vai ser chamado a pinçar um governador, dois senadores, um deputado federal e um estadual. Num ambiente de dispersão das fontes de informação, com menor tempo de campanha e menor duração do horário eleitoral. A força das redes sociais é fato novo, claro. Há indícios, portanto, de que as próximas eleições serão singulares em muitos aspectos iniciando principalmente pelo ambiente de descrença, para não dizer intolerância com a política tradicional, que pode aumentar a abstenção e o voto nulo com a ressaca de esperanças frustradas ocasionada pela dispersão partidária e desgaste de partidos que já gozaram de grande aceitação como o MDB (que conduziu a redemocratização), o PSDB (que acabou a inflação) e o PT (que avançou  a pauta do populismo este último com adoção de pequenas legendas de aluguel com tendência esquerdista no mesmo conceito das sublegendas que foram adotadas no regime militar que estes vermes tanto condenam, sejam fundamentadas que em busca do poder absoluto querem mais uma vez enganar e aproximar das pessoas que usam bandalheiras e como suporte do absolutismo em hipótese irão massacrar estes que não estão nem aí para valorização da própria vida). Com a profusão de novos partidos com projetos de se safar e promover os desvios para roubalheira, na lógica, ainda não parecem ter substituído os anteriores no afeto das pessoas de bem. Pode-se então imaginar um cenário de muitos riscos e incertezas. Talvez maiores do que em 1989. É uma perspectiva sombria.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 15 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 15 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O IMO DA DEMOCRACIA

Nobres:
Diante da grave crise moral que ora experimenta o Brasil sob o comando de políticos corruptos onde veem as instituições do Estado Brasileiro. Os desvios de bilhões de reais praticados pela corrupção que se tivessem sido bem aplicados em nossas rodovias, sistema elétrico, portos e aeroportos, bem como nas áreas essenciais como educação e saúde melhorariam substancialmente a vida do nosso povo. O pedido de perdão não serve para nada. Ladrão será sempre ladrão. Não interessa quem ofereceu a propina. Tampouco importa quem a recebeu. Os dois lados são cúmplices do mesmo crime. Esse tipo sórdido de comportamento sempre acompanhou o ser humano. O dinheiro é a raiz de todos os males é o móvel de todos os crimes. A ganância humana é infinita. O ser humano, não conseguiu entender ainda que sejam passageiros. Dessa vida não levamos nada. Apenas deixamos o que de bom, e de ruim produzimos. Mas essa situação não pode se constituir na regra. Ela precisa conhecer seus limites. Não somos obrigados como homens de bem a continuar assistindo esse quadro horroroso que a política nos impõe todos os dias. Os homens, decentes e dignos, também são encontrados em todos os campos da atividade laboral. Da inteligência do magistrado que distribui a Justiça à do incansável professor que na singeleza do seu labor constroem o nosso futuro e ainda, dos que produzem bens e riquezas e são fomentadores de princípios nobres e elevados. Nesse extenso campo da atividade humana certamente encontraremos as lições de heroísmo, de amor à Pátria, às liberdades civis e democráticas, bem como os valores morais, culturais e éticas, que tantos necessitamos para a condução dos nossos negócios políticos. Nesse diapasão o poder central ora descaracterizado no aspecto moral e também os decorrentes de alguns entes federados precisam repor nas mãos de pessoas honestas e decentes. Não precisamos de mais nada E necessitamos dar o devido valor para as nossas conquistas. Esses valores todos aliados àqueles relacionados com os nossos sentimentos de liberdade e de civismo para com os nossos iguais precisam urgentemente se constituir no alicerce que sedimentará o estado democrático de direito, ambição e desejo de todos nós. Por isso, precisamos observar atentamente como os líderes das grandes nações conduzem os seus povos.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 14 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 14 DE ABRIL DE 2018 - (POSTADO ÀS 8:08)

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

ESTÓRIAS E HISTÓRIAS

Nobres:
Incluso o padrão exercido pelo lulismo entre todas as narrativas das inverdades que foram agregadas ao PT e criaram sobre a Lava Jato, uma que se tornou especialmente popular após a prisão do ex-presidente Lula é a de que a operação finalmente atingiu o objetivo que havia se proposto desde o início: pegar o ex-presidente e tirá-lo da disputa eleitoral de outubro. Daqui em diante, de acordo com essa versão, a Lava Jato vai murchar até terminar de vez, pois finalmente teria chegado a hora de “estancar a sangria”, na expressão do senador Romero Jucá, aquele que, em conversa com o então presidente da TRANSPETRO, Sérgio Machado, disse que o “grande acordo nacional” teria de ser “com o Supremo, com tudo” – embora os petistas sempre omitam que, na conversa, o “acordão” desenhado pela dupla “protege o Lula, protege todo mundo”. Desmistificar a mentira é questão de “honra” (que honra tem o PT) incutida na maioria de pessoas que se urge como massa de manobra e a intelectualidade LULISTA, Gilmar Mendes, uma personagem que está no “mundo da lua” e que cuida da sua paridade corrupta, políticos que ostentam o mandato no Congresso Nacional entre os quais o presidente do Senado que otimiza aos seus próprios interesses acima das humilhações impostas no pleito passado onde candidatou-se para o governo do Estado do Ceará, e para seus eleitores que “apostaram” na sua índole que para felicidade geral do nosso Estado não se elegeu, apesar derrotado para um governo sofrível e subserviente ao grupo FGs (PDT, “até quando!) que no campo político ainda “manca” o PT legenda que está filiado. A unção de interesses de grupos partidários rendidos ao PT sob a “batuta” de um condenado e preso pela justiça, refaz o pensamento de algumas pessoas de sã consciência que por outro lado as causas corruptas vem sendo minimizadas e permanentemente abatidas por ação da Justiça.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 14 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

CENSURA PERMANENTE

Nobres:
Algumas pessoas de forma generalizada que pen­sam que cen­su­ra é coi­sa so­men­te de re­gi­me mi­li­tar, da di­ta­du­ra, mo­nar­quia ou sei lá de qual ou­tra for­ma de go­ver­no ab­so­lu­tis­ta, to­ta­li­tá­rio na nossa modesta opinião estamos enganados. A cen­su­ra mo­ra ao la­do. Ela es­tá bem do seu la­di­nho, den­tro de sua ca­sa, em seu tra­ba­lho, no clu­be que vo­cê fre­quen­ta, nas igre­jas, nas en­ti­da­des fi­lan­tró­pi­cas e de clas­se, hos­pi­tais, ór­gã­os pú­bli­cos, no co­mér­cio, nas re­des so­ci­ais, ru­as, es­co­las. No meio aca­dê­mi­co en­tão, nem se fa­la! Mui­tos di­tos “in­te­lec­tu­ais” que­rem pôr pan­ca de li­ber­da­de sem res­pei­tar pen­sa­men­tos di­ver­sos. Jul­gam-se do­nos do co­nhe­ci­men­to. Tem gen­te por aí pen­san­do que a cen­su­ra es­tá res­tri­ta àque­la mor­da­ça que ten­tam co­lo­car na mí­dia, que is­so é coi­sa que acon­te­ce só no mun­do dos jor­na­lis­tas, ci­ne­as­tas e ar­tis­tas. Mas não! A cen­su­ra mo­ra ao la­do. Estamos num mun­do on­de nem sem­pre que­rem per­mi­tir que falassem o que pen­sa­mos. Ou pi­or ain­da: que­rem nos pro­i­bir de pen­sar, que­rem nos sub­ju­gar, nos em­pur­rar pa­ra os shop­pings cen­ters da mas­si­fi­ca­ção. Pres­te aten­ção e per­ce­be­rá que quan­do vo­cê exer­ci­ta seu di­rei­to de ques­ti­o­nar, de ana­li­sar as coi­sas sob su­as pers­pec­ti­vas, de for­mar idei­as mes­mo que vo­cê não ata­que nin­guém e res­pei­te a opi­ni­ão alheia, iremos co­me­çar a in­co­mo­dar mui­ta gen­te. O mun­do tem seus lap­sos de evo­lu­ção en­vol­vi­dos em lon­gos hi­a­tos de alie­na­ção. Quan­do, num da­do mo­men­to da his­tó­ria, pes­so­as ten­tam rom­per pa­ra­dig­mas, “são simbolicamente” ape­dre­ja­das, cru­ci­fi­ca­das e iso­la­das pe­los po­de­ro­sos que ma­ni­pu­lam seus fan­to­ches que gri­tam em manifestações sempre recheadas de marginais em prol de marginal. Querem que as pes­so­as co­mo nós não devam usar a ca­cho­la e obriguem no seu lu­gar e ao in­vés de fi­car in­ven­tan­do mo­da com es­se ne­gó­cio de ma­tu­tar, sejam obrigados a acei­tar os con­cei­tos, in­for­ma­ções e es­ti­los de vi­da que os so­be­ra­nos do mun­do já nos ven­dem! É o pre­ço?! Sua vi­da! – Nascemos-, cres­cemos, tra­ba­lhando, re­pro­duzimos e ado­e­cemos enfim. Amigo de ocasião, reiteramos isto não é amizade coberta de interesses e logo somos desprezados por uma turma que outrora foram precisos e precisaram de seus préstimos e olham com desprezo e quase nem nos cumprimentam. São ridículos e comandam certas “facetas” que a largo nos observamos. É as­sim que a ban­da to­ca por aqui e acolá! Tem si­do as­sim há um tem­pão! É ló­gi­co que to­da es­ta re­a­li­da­de já acon­te­ce num au­to­ma­tis­mo cog­ni­ti­vo de um sis­te­ma que le­va as pes­so­as a se sen­ti­rem per­tur­ba­das di­an­te do que po­de ser di­fe­ren­te. A baixaria tomou aparentemente conta de um espaço que se dizem ter. “Pobres coitados” e tem gente “ou pior, bichanos tatuados” independente, mas dependente de drogas que passam a nos agredir com palavras, sabemos estes que serão as próximas deste desloucado processo, aqui e alhures que se identificam como integrantes de facções tentando colocar a sociedade em polvorosa pensando instar o terror, pelo contrário são podres de espírito e em tudo, são trastes que foram jogados pela irresponsabilidade de um reprodutor apelidado de pai. Infelizmente está generalizado es­se pro­ces­so vai se­guin­do su­til­men­te sua or­dem de do­mi­na­ção pau­ta­da num mun­do alu­ci­na­do que vai con­ven­cen­do seus es­cra­vos de que são li­vres. Essa é a nossa história e essas personalidades irão seguindo até que serão vítimas ao se postar no mesmo lugar.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 13 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

RAPTO DA DEMOCRACIA

Nobres:

É a implícita realidade em nosso País que após sete eleições presidenciais desde 1989, o que vimos no país foi o crescimento da influência do poder econômico na sustentação dos partidos políticos em anos não eleitorais e sua presença mais do que abusiva a cada dois anos nas campanhas majoritárias e proporcionais. As obras para a Copa de 2014 e para os Jogos Olímpicos não escaparam desse mecanismo público-privado. Haja corrupção. Ao lado disso, com a globalização financeira e a livre circulação de capitais, a autonomia dos estados nacionais para decidir o investimento em políticas sociais, da produção industrial e a busca do pleno emprego com distribuição de renda, segundo estratégias de um projeto autônomo de desenvolvimento, parece estar com os dias contados. Ou os estados nacionais atendem aos seus interesses de acumulação ou de nada valerá a vontade dos eleitores e os compromissos de campanha anunciados por alguns dos eleitos ao governo das nações periféricas. Isso significa se deixar monitorar pelo FMI, por agências de rating, pelo mercado financeiro, que determinam quais devem ser as políticas monetária, tributária, fiscal e cambial e de que forma as finanças públicas devem ser conduzidas para atender às prioridades deles, sobretudo através da dívida pública. Fecha-se, assim, o círculo de ferro que ataca a soberania das nações e a vontade do povo nas urnas. De um lado há o derrame de dinheiro privado, tanto lícito quanto criminoso, nas campanhas eleitorais e na sustentação permanente de diversos partidos políticos registrados no TSE. Basta conferir no site do Tribunal. Do outro há a pressão intensa daqueles que, ainda que derrotados nas urnas, teimam em ditar os rumos da macroeconomia, com seus editorais na mídia, repetidos comentários de jornalistas atrelados aos interesses do mercado, publicações de federações e confederações empresariais, enfim, um arsenal de pressão e chantagem que tenta, a todo custo, reverter o resultado das urnas e a vontade do povo, impondo o desejo dos mercados. A história já provou que a democracia só é tolerada pelos donos do poder quando produz resultados de seu interesse. Quando, porém, a maioria do eleitorado se convence e apoia determinadas propostas votando em candidatos, alianças ou programas que caminham por novos rumos, logo se associam grupos políticos, empresariais com intenso noticiário, ataques políticos e empresariais, os novos caminhos a serem trilhados. A democracia foi violentada repetidas vezes nos últimos anos por um grupo esquerdista e irresponsável sob o domínio de Lula se esquematizou que buscou o voto através dos resultados de eleições que manipulou os votos de pessoas de carência em sua maioria pouco antes do voto e sempre fazia questão de “publicar” e ironizar os cidadãos de independência numa alusão própria de quem é canalha o fator de sua origem. A independência do eleitor foi assassinada pelo poder econômico nas campanhas, com a conivência, muitas vezes, de muitos, de milhões dos próprios eleitores. Não há esperança de combate às desigualdades dessa forma, dizer para os pobres que o confia cegamente em vez de elevar a qualidade social de vida, trabalho e renda do povo e devolver aos ricos que são seus promotores com a desacerbado produto do erário, um roubo qualificado fomentando o capitalismo dos bancos, com empréstimos modestos, o bolsa família, que ele apelidou no ato de seu governo como sendo o céu para os mais necessitados. Enfim despertar as consciências do cidadão é penosa, com a rejeição de intelectuais, políticos do PT e agremiações satélites e políticos corruptos em evidência que “pousaram-se no poder, que mudam de conveniências conforme seus interesses a exemplo aqui no Ceará”. Em síntese o país precisa empreender mudanças morais alijando estes corruptos para o bem-estar do Brasil. Se não abdicar velhos conceitos para uma gana de “vermes” que comandam o país, e ou, esta perspectiva se sucumbirá junto com a nação.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 12 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

PILASTRA DA DEMOCRACIA

Nobres:
O Governador Camilo Santana junto aos Senhores infalíveis governadores do nordeste brasileiro, que juntos professam a religiosidade do santo Lula, segundo o primeiro, em que a justiça praticou a maior injustiça do mundo -  não é hilariante provindo da maior enganação da história negativa em todos os tempos, porque foram impedidos em vê “o profeta da corrupção” em sua prisão, onde sabidamente confundiram com um hotel de cinco estrela. |Motivos querem ser um pretexto para “deliciar” as intenções destes senhores que “tem muito que fazer” nos palácios estaduais, a exemplo daquele que deveria “cuidar” da violência do seu Estado que é a maior do país.   Neste mesmo contexto reparamos a cerca da manifestação de canalhas e marginais da pior espécie conforme vídeos em frente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo dos Campos, onde o condenado Lula chamava a polícia federal para cumprir um mandato para ele, insuflava os seus novos (ou velhos) colegas marginais dizendo que poderia vim a sua busca e nos seus discursos ridicularizava a PF que estava ali no fiel cumprimento de seu dever e ao Juiz Sérgio Moro, que virou a sua vítima. Dentro da anarquia que lhe é peculiar por sua atitude desencadeou agressões e tentou cessar a liberdade de imprensa uma característica da ditadura Castrista e satélite desta espalhada em quase todo governos da América do Sul. Estes “cegos” não assimila que a imprensa é um dos pilares da democracia, assim como o respeito às decisões judiciais. Ultrajar os profissionais e impedir que exerçam seu ofício significa desprezar o marco do Estado democrático de direito. Tanto que as estatísticas referenciadas a violência colocou o Brasil na oitava posição na lista de países com mais crimes sem solução contra jornalistas, segundo ainda o levantamento do Comitê de Proteção dos Jornalistas. No ano passado, foram 99 casos de agressões aos profissionais, expressiva queda ante os 172 casos de 2016, explicada pela diminuição de manifestações públicas, como as ocorridas na quinta-feira em quase todo o país. Hoje, o Brasil ocupa o 103º lugar entre 180 nações no ranking de liberdade de imprensa, de acordo com o estudo da ONG Repórteres sem Fronteiras (RFS). O apelo à violência é demonstração inconteste de incapacidade de dialogar, de reconhecer os próprios limites e, pior, se confundir com uma turba de vândalos. Inaceitável que militantes, independentemente da ideologia ou coloração partidária, impeçam o trabalho da imprensa, cuja missão, amparada na Constituição Federal, é a de assegurar à sociedade o acesso à informação sem a interferência do Estado ou de qualquer outra instituição, seja pública, seja privada. O ataque aos jornalistas em Brasília mereceu o repúdio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI), da Associação Nacional de Jornais (ANJ), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), da Presidência da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no DF e do procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bessa, que colocou o Ministério Público do DF e Territórios à disposição para colaborar com as investigações. O mesmo cabe para a violência em São Bernardo do Campo. Chegar aos responsáveis é medida que se impõe. A liberdade e o respeito dispensados às manifestações públicas devem, igualmente, ser dedicados aos que trabalham e cumprem o papel social de levar aos cidadãos notícias sobre o que ocorre na cidade, no país e no mundo sem distinção ideológica, econômica ou política. o cidadão tem o direito de ser informado com isenção, papel desempenhado pelos meios de comunicação. Os anarquistas não, a sociedade ética está apreensiva com o atual estado de vandalismo que assola o país.
Antônio Scarcela Jorge.


quarta-feira, 11 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

E O FORO PRIVILEGIADO


Nobres:
Mais uma “anomalia” inserida no normativo legal se diz respeito ao foro privilegiado que vem chamando atenção dos congressistas que no fundo vem á dúvidas sobre o real interesse dos parlamentares em mudar as regras, obviamente que os beneficia. Mas, considerando que desejem cortar na própria carne, o momento lhes ata as mãos. Por esta razão esta discussão cujo ponto final sofre constantes adiamentos. Questiona-se a desigualdade de tratamento concedido a quem ocupa cargo que goza da prerrogativa em comparação com os demais brasileiros. A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acirrou os debates. O processo dele e de outros que desceram do andar de cima teve tramitação mais acelerada que os protegidos pelo instituto que divide os cidadãos em duas classes. devemos lembrar que são duas iniciativas para pôr fim à desigualdade correm paralelamente. - Uma no Legislativo. A outra no Judiciário- .A Proposta de Emenda à Constituição aprovada no Senado perdeu o ritmo na Câmara dos Deputados. O presidente Rodrigo Maia determinou a criação de comissão especial para discutir a matéria. Ocorreu o esperado. Dos 35 membros necessários, líderes de partidos indicaram apenas 15 titulares e cinco suplentes. O Supremo Tribunal Federal, em sessão de 23 de novembro do ano passado, formou maioria contra o privilégio. Mas, apesar do resultado definido, o ministro Dias Toffoli pediu vista para, segundo ele, refletir melhor sobre o tema e esclarecer eventuais dúvidas. Há poucos dias, devolveu o processo. Há expectativa de que seja pautado para o próximo mês de maio. Numa leitura desatenta, pode-se imaginar que a decisão de uns e de outros não faz diferença. O importante é o resultado deixar para trás a norma que blinda pessoas numa redoma quase inatingível dada as disfunções do Judiciário. Mas a realidade tem outro enredo. O texto originário do Senado é mais abrangente. Determina o fim do foro para todas as autoridades hoje beneficiadas, que seriam julgadas pela Justiça comum. A única exceção: os presidentes dos Três Poderes. O Supremo, por sua vez, restringe a abrangência do corte. Atinge tão somente os deputados federais que cometeram crimes no exercício do mandato. É pouco. Muito pouco. O grupo que circula nos andares superiores do Executivo, Legislativo e Judiciário sempre continua com as regalias intocadas. A timidez da proposta frustra a sociedade, que anseia pelo fim das vantagens. Não só do foro privilegiado, mas também das benesses que vão do auxílio-moradia, passam pelo carro oficial e chegam a incontáveis vantagens pagas pelo contribuinte. Neste momento gera empasse conforma o preceito constitucional é proibido emendar a Carta Magna durante a vigência de intervenção federal em unidade da Federação, no que acontece no Rio de Janeiro. Diante do exposto o parlamento, mais uma vez, deixa de exercer o papel para o qual foi eleito. Legislar é função do Legislativo. Ao Judiciário cabe julgar; eis a razão.
Antônio Scarcela Jorge.