terça-feira, 12 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 12 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
QUE DIREITOS HUMANOS

Nobres:
Nesta imensidão de Brasil se otimiza o desacertos tornou-se característico em posicionar a contradição principalmente que a pessoa guarda a honestidade como guardião. Neste sentido as palavras têm significado e força. Usá-las sem atentar para a mensagem que transmitem é sinal de desinformação ou astúcia. Trata-se da Desembargadora aposentada, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, conhece a língua, instrumento de trabalho número um do direito. Sabia, pois, o que dizia ao escrever que respeitar o teto constitucional “sem sombra de dúvidas se assemelha ao trabalho escravo, o que é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Abolição da Escravatura”. A princesa Isabel, que assinou a Lei Áurea, deve estar se revolvendo no túmulo. Acompanham-na os milhões de homens e mulheres que, em condições desumanas, sem direito sequer ao corpo e à vida, labutaram sob chicote para construir a nação. Tampouco ficaram indiferentes os trabalhadores que cumprem pesada jornada, dependente, desconfortável e impontual, sem, contudo, receber salário que se aproxima ao da ministra. Vale lembrar que o salário mínimo é R$ 937. Luislinda embolsa R$ 30.410 mensais de aposentadoria. Para não ultrapassar o limite constitucional, soma R$ 3.292 a esse valor pelo exercício do cargo na Esplanada dos Ministérios, montante que considera aviltante. Insatisfeita, pediu ao governo para somar aposentadoria com vencimento integral de titular da pasta. A adição lhe garantiria contracheque de R$ 61,4 mil mensais. Com a repercussão negativa, agravada pelas razões do pleito necessidade de se apresentar dignamente vestida, penteada e maquiada, a ministra recuou. Não pediu exoneração, o mínimo esperado de uma autoridade do escalão por ela ocupado que requer afronta à Constituição. Nas 207 páginas que fundamentam o pedido, solicita privilégio ilegal. Porque existem os legais, que o país teima em manter. Entre eles, carro com motorista, cartão corporativo, imóvel funcional, jatinho da FAB à disposição, foro privilegiado. Roberto Campos costumava dizer que o Brasil não perde oportunidade de perder oportunidade. Talvez a devastadora crise por que o país tem passado cuja face mais dramática é os 12,96 milhões de desempregados, desenhem novo paradigma e lhe ensine a necessidade de fazer a leitura correta do tempo. Passou da hora de acabar com regalias destinadas a quem delas não necessita. O trabalhador paga sua casa, seu transporte, sua alimentação e seus luxos com o salário que recebe. Por que autoridades dos Três Poderes não podem fazer o mesmo? Os tempos da casa grande e senzala passaram. O país se debate com grave problema fiscal e sérios problemas sociais. Saúde, educação, segurança e transportes são exemplos de um Estado cujas forças se exauriram. Manter privilégios tem nome. É insulto é uma desfaçatez.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 11 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O PREDOMÍNIO DA CORRUPÇÃO

Nobres:
Está ‘na moda’ as organizações criminosas cujas atividades de controle estão submetidas a uma direção colegiada oculta, a maioria dos seus membros atua em várias uniões e de propósitos e não de dão a conhecer e operam às ocultas em tudo e se apresentando como cidadãos de bem, homens bem sucedidos nas suas atividades de aparência. A atuação da máfia corrupta  repousa numa estratégia de infiltração na sociedade civil, nas instituições e nos aparelhos do Estado.  O Brasil nunca esteve imune as anomalias e degradações do mundo, portanto, também aqui, elas atuam com desenvoltura. De fato o Brasil também possui as suas máfias. Aquelas pessoas mais velhas ouviam falar das nebulosas transações de políticos ladinos, um deles que governou o Estado de São Paulo ficou conhecido pelo seu famoso cofre, onde diziam, guardavam o produto das suas atividades mafiosas no mundo da política. Não obstante, foi no período do Regime Militar, com generais e coronéis à frente dos Ministérios, associados com alguns cíveis, que os esquemas mafiosos mais progrediram e as empreiteiras que tocavam as obras de infraestrutura mais se agigantaram e se beneficiando dos esquemas mafiosos, impedidos de virem à luz em face da brutal censura. Foi nessa época que se destruiu a concorrência então existente entre as emissoras de televisão, se permitindo a formação de monopólios de empresas de comunicação, assemelhados em tudo aos esquemas mafiosos, uma vez que deturpam a liberdade de informação e destroem aqueles que são considerados inimigos. No interior do nosso Estado, tem alguns prefeitos e com o pequeno poder que ostentam, procuram destruir e comprar aqueles que se dizem imprensa como tipos de sobrevivência e outros por ausência de caráter com o intuito de silenciar as vozes discordantes e que numa demonstração de oportunismo, que ironicamente aliados e alguns filiados ao PT do corrupto Lula que no pretérito “sofriam” com esta anomalia. Para que o país entre os políticos não tem princípio ideológico, foi no início da chama "Nova República", nos estertores do Governo de José Sarney, um aliado de qualquer sistema político, seja ditatorial e democrático, mas preservou a sua boa posição ‘sarneyísta’ acossada por denúncias de corrupção, aparece à figura de Fernando Collor de Melo anunciando-se “o caçador de marajás” o pai dos descamisados e exterminador das máfias ao assumir a presidência da República e durante o seu curto mandato ‘acabou com os brasileiros’ e em seguida “saiu” para o bem estar do povo brasileiro. O pior e mais grave em tudo é a desfaçatez e audácia dos mafiosos, notadamente daqueles que atuam no meio político, e o apoio explícito que lhes dão seus pares e parte da população, que ao lhe prestar apoio só porque fazem oposição ao governo central, inclusive o condenado pela justiça Lula, outro disfarce imoral em que o país negativamente nos propicia. Esses políticos adotam uma moralidade pragmática e seletiva, demonstram que em critérios de moralidade e ética se igualam aos espantosos mafiosos.
Antônio Scarcela Jorge.


ELEIÇÃO DA MESA-DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA-RUSSAS MUNICIPAL PARA O EXERCÍCIO LEGISLATIVO DE 2018, COM POSSE A POSSE DOS ELEITOS EM 1º DE JANEIRO DE 2018.

POR SETE VOTOS A SEIS FOI ELEITA E PROCLAMADA A NOVA MESA DIRETORA COMPOSTA DOS SEGUINTES MEMBROS - 
VEREADORES:

LUÍS TEIXEIRA DE FREITAS - PRESIDENTE
ISABEL MOURA - VICE-PRESIDENTE
LUÍS DENILSEN PERES MARTINS - 1º SECRETÁRIO
MARIA DO SOCORRO HOLANDA PEDROSA
- 2º SECRETÁRIO.
  

domingo, 10 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO,10 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SALADA CORRUPTA NA POLÍTICA


Nobres:
Neste país das maravilhas corruptas onde o Deputado Tiririca foi a sua tribuna da Câmara e encenou a melhor cena tragicômica de sua história de palhaço ensejando o puro oportunismo de marketing e, polemizou ao dizer está decepcionado como parlamentar diante de atos corruptos originados pelos seus colegas ou melhor, no estilo Lulista, e guerrilheiros que tratam de “companheiros” os ladrões do erário, fato que vem se fortalecendo por uma corja fortemente encastelada no poder. Por ter ações corretas, segundo “o palhaço que nos faz lembrar-se de sua passagem por um circo na Rua da lagoa (final da Rua Dr Targino Filho, no final dos anos setenta aqui em Nova-Russas) destonteou” ao afirmar apoio a Lula, o maior corrupto na história política da nação em apoio à candidatura do condenado pela justiça em direção a presidência da República. Sua plataforma política todo mundo é sabedor é, ampliar a seus ‘companheiros’ de corrupção com alinho do capital bancário como aconteceu nos últimos treze anos da era lulista e ainda os custo do estado brasileiro, semelhante a que ocorre, como referencia, sobre a atual reforma da Previdência mostra o quanto os privilégios dos políticos continuam intocáveis. Da mesma forma que os parlamentares não aceitam discutir uma lei para diminuir o duodécimo, eles não mexem na aposentadoria deles, muitos ganham acima de R$ 33 mil. Imagine que uma mulher trabalhe, ganhe acima de R$ 5 mil, e seu ‘consorte’, que também contribui com o INSS, venha a falecer antes dela. Quando essa mulher se aposentar, ela não poderá ganhar o teto máximo do INSS, que é R$ 5 mil, e juntar com a pensão do companheiro, porque a aposentadoria e a pensão não poderão ultrapassar dois salários mínimos. “Em vez de todo mundo contribuir com uma parcela do sacrifício, esse sacrifício não é suportado por quem poderia. Por outro lado, no exato momento, em que a nossa nação tem papel fundamental nesses casos, é necessário ter agilidade e apoiar a comunidade internacional já tem certa desconfiança em relação ao Brasil, pois temos autoridades de alto escalão envolvidas em atos de corrupção. É necessário que a sociedade brasileira interceda neste caso e como as demais nações adotando o princípio da reciprocidade, teremos portas abertas no futuro. Existem além das fronteiras do nosso país investigações que irão se consolidar o gravíssimo grau de corrupção. Nos Estados Unidos, o Departamento de Estado já julgou 21 ações referentes à Lava-Jato (em que o Ministro do STF odeia por razões que a própria sociedade já é sabedora de seu posicionamento) em conjunto com os “fichas sujas” do Congresso e obviamente claro do Poder Executivo da nação, pretende ouvir 51 pessoas acusadas de participar de esquemas de corrupção. Como a maioria dos acusados é de nacionalidade brasileira, é necessário que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceda autorização.  As investigações da Lava-Jato também atravessaram o Oceano e foram parar no outro lado do planeta. Na Ásia, China, Hong Kong e Singapura dão os primeiros passos para investigar empresas e autoridades suspeitas de envolvimento com lavagem de dinheiro e pagamento de propina. Além disso, diversas obras de grande porte estão na mira de órgãos de controle desses países. Na China, a suspeita é de que executivos tenham aberto contas em bancos do país para guardar dinheiro de propina. A apuração de recursos ilegais supostamente enviados à China ainda caminha a passos lentos. Já Hong Kong está no foco das investigações desde o ano passado. O território, mais aberto ao capital estrangeiro, pode ter se tornado um caminho atraente para criminosos envolvidos em esquemas de corrupção. As apurações, em parceria com o Brasil, começaram após indícios recebidos pelo Ministério Público e pela Polícia Federal de que empresários de grandes empresas do ramo de infraestrutura enviaram recursos para lá. É assim que caminha a podridão política em todos os seus elementos chancelados por partidos políticos, empresários e ‘aliados do oportunismo’ sempre encontrando um meio de se sair.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 9 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 9 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
FORO PRIVILEGIADO

Nobres:
Nos últimos anos a questão do foro tem estado em evidência, com autoridades beneficiando-se dessa prerrogativa diante de acusações de crimes de corrupção.  O instrumento está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Congresso. No STF, sete dos 11 ministros votaram a favor da restrição do alcance do foro, no sentido de que o instrumento seja utilizado somente com acusações relacionadas ao mandato do parlamentar e praticada no período em que ele esteja exercendo o cargo.  Sete em 11 já é uma folgada maioria, mas a decisão final ainda não saiu, porque o ministro Dias Toffoli pediu vistas do processo. Não há data marcada para a continuidade do julgamento. Parece algo óbvio: o foro privilegiado deveria servir apenas para processos relacionados ao exercício do mandato, e quando o suposto crime cometido estivesse relacionado diretamente à função pública. Mas entre o óbvio e o real, como nós sabemos, às vezes há uma distância considerável, dependendo dos protagonistas envolvidos. Os brasileiros têm externado de várias maneiras que desejam o fim de privilégios, que não haja classes mais iguais que outras, sobretudo no que tange a brechas para escapar de processos. Mesmo no Congresso há diversas vozes que ecoam este sentimento. Entre as diversas propostas em debate na Câmara prevê a extinção do foro para casos de crimes comuns praticados por deputados e senadores, governadores, prefeitos, ministros de tribunais superiores, embaixadores, comandantes das Forças Armadas, integrantes de tribunais federais, juízes federais, membros do Ministério Público, procurador-geral da República e membros dos conselhos de Justiça e do Ministério Público. O foro privilegiado ficaria apenas para presidente e vice-presidente da República, presidente do STF e presidentes da Câmara e do Senado. É uma proposta mais ampla do que a tese votada no STF. Em termos de propostas, STF e Câmara avançaram em um tema delicado.  Mas entre o que é proposto e o que se torna realidade muitas vezes há um descompasso. Resta-nos aguardar que, o mais breve possível, os dois poderes cheguem a um consenso e a uma decisão final, dando ouvidos às demandas da sociedade brasileira. É  que esperamos neste sentido.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 8 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PROTESTO COESO

Nobres:
Os donos do poder não estão nem aí com a prosperidade do País e muito menos com o bem-estar da sociedade. São notórias as discrepâncias que existem na administração federal. A diferença existente entre o ganho de um operário e um deputado é gritante, inconcebível e impraticável em qualquer tempo e para qualquer categoria. Nosso apontar é justificável e constante, porém constatamos com muito pesar ou mesmo ojeriza que todo este nosso empenho é apenas como ‘chover no molhado’. Administradores de diversos Estados estão chorando por falta de verbas, apesar da infinidade de imposto que pagamos. O remédio nós sabemos. O número excessivo de parlamentares, com seus ganhos e mordomias escandalosas, somado com a enorme corrupção desencadeada são as causas de tanta quebradeira e descontentamento. Todavia, para combater estas duas facções entrelaçadas, a Lava Jato, encabeçada pelo juiz Sergio Moro junto com o Ministério Público e a Polícia Federal, faz um trabalho cansativo, mas proveitoso e exemplar. Porém, pelo tamanho do descaramento e ousadia deste batalhão de corruptos, tudo é pouco. É lamentável e lastimável a imagem que estão levando de nosso Brasil perante o mundo. Por este lado os chamados intelectuais partidários do lulismo me parecem fanáticos ou interesseiros, até deixamos de considerar as faixas do irracionalismo, que são sobras da massa de manobra, mas esses, privam a ética ao analisar a sociedade de ‘abestadas’ ao chamar o Juíz Sergio Moro, um dos seus arquiinimigos em “desqualificá-lo” de forma pejorativa é, inegavelmente confessar ao lado dos corruptos e ladrões, perdem alguns senhores fanáticos, a desconfiança. O Brasil vai assim tomado pela seita mentirosa do lulismo o “santo dos santos’ se desemborcará em resultados inconseqüentes que o tempo dirá.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 7 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
2018, NO CERNE REENTRANTE REPETITIVO.


Nobres:
Antecipamos a discorrer em alusão ao próximo ano e renova-se a retórica característica ao se aproximar o dito ano novo. No entanto os anos não morrem, apenas passam, deixando marcas, lembranças, e história. Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano foi um indivíduo genial industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente e muitos poderão não concordar, achando que tudo continuará da mesma forma, que a mudança de datas não significa absolutamente nada na vida de cada um. Com ou sem Ano Novo a vida continua, as contas não desaparecem, o trabalho continua, enfim pensam que não importa nada a passagem de um ano para outro. Parece incrível, mas a Terra gira em torno de seu próprio eixo a uma velocidade de 1.700 km por hora e ao redor do Sol a 107.000 km por hora. E tem mais, que parece também inacreditável, o Sol e todo o sistema solar gira em relação ao centro da nossa Galáxia a uma velocidade de 1.000.000 (um milhão) de km/hora. Então a pergunta que não cala é: como o tempo poderia ser apenas e simplesmente uma continuidade repetitiva? Isso, sem considerarmos que o Universo está em constante expansão, sabe-se lá para onde, para que, e a que velocidade? São lembrados como auspiciosos ou marcados por crises variáveis. José, ao interpretar o sonho do faraó, foi o primeiro a estabelecer os ciclos, referindo-se aos sete anos de vacas magras como anos de frustrações e os sete anos de vacas gordas como tempos de fartura. Muito mais tarde, já no século 20, historiadores franceses e alemães estabelecerem a existência de ciclos de longa e de curta duração, favoráveis ao desenvolvimento ou catastróficos. Dentro dos ciclos de longa duração interpõem-se ciclos de curta duração, ora um pouco mais favoráveis, ora piores. Em abrangência ao nosso país, a crise se deu em níveis mais severos. Inflação, desemprego, corte de programas sociais, corrupção. Dizem que as coisas nunca estão tão ruins que não possam piorar, no entanto, há algo que não podemos perder jamais: a esperança. Portanto elevemos os nossos olhos, almejemos coisas melhores, façamos com que os nossos pensamentos positivos façam com que o mundo todo conspire para termos um ano que traga à sociedade mais justiça, mais fraternidade, mais amor e eqüidade.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 6 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
POLÍTICAS SOCIAIS COM DÉBITOS RECÍPROCOS

Nobres:
Se muitos acham que o Brasil está sendo passado a limpo, vamos em frente. Sujeitemos “puxar três grandes “caixas pretas” que, a exemplo da Petrobras, poderão revelar-se grandes parceiras das ações escusas entre governos e instituições privadas: corporações religiosas, instituições de ensino e hospitais filantrópicos, bem como grandes clubes de futebol esta é a verde nua e crua. Os participantes desta linha de interesses e de enganação; claro, que não gostar, restamos mandar as favas e ou então, desafiamos, dêem uma resposta convincente desde que não usem o “manto da enganação. As pessoas sérias e patrióticas que fazem parte dessas entidades decerto não se sentirão ofendidas e até gostarão da idéia, porquanto permitirá “separar-se o joio do trigo”. O que há de comum entre esses tipos de instituição é o fato de praticamente não pagarem impostos, seja por imunidade tributária ou mera sonegação, seja por deterem uma força eleitoral imensa. Com efeito, amplamente representadas por grandes bancadas no Congresso Nacional, têm seus interesses tão bem defendidos, que se tornaram quase intocáveis. Certo que a representação popular estabelece o esteio de democracia ampla geral e dos direitos e mais direitos contempla o povo com esses desacertos. Desta forma ocorre que, diante do déficit fiscal brasileiro, na atualidade, entravando e ameaçando o crescimento sustentável da economia, bem como da nova ordem moral que se pretende no país, seria mais do que oportuna uma ampla investigação, para verificar, antes de tudo, se os objetivos sociais em nome dos quais esses benefícios têm sido concedidos estão de fato sendo alcançados. Isso se aplica principalmente aos hospitais e instituições de ensino superior, considerados beneficentes e, por isso mesmo, dignos de gozar dessas regalias fiscais. Entretanto, é imperioso questionar-se: qual a contrapartida que os hospitais filantrópicos oferecem ao país quando atendem pacientes privados ou de planos de saúde? Onde está a beneficência? E, quanto às faculdades ditas filantrópicas, que prejuízo o estado e a sociedade teriam se tais entidades passassem a recolher normalmente seus impostos? Nos dois casos, importa saber-se: para onde vai o lucro exorbitante dessas instituições, resultante da concorrência desigual com hospitais e faculdades privadas, com tributação plena? Mas será mesmo que também as “indústrias da fé” devem continuar livre de tributação? Quanto aos clubes de futebol, a questão parece ser menos de privilégio tributário do que de desvio e sonegação mesmo. Se uma investigação do FBI resultou em prisão de autoridades da FIFA e da CBF, por desvio astronômico de recursos, imagine-se o que revelaria uma devassa nos grandes clubes do Brasil, que têm faturamento milionário e que dão sustentação política e financeira a tais entidades. O hábito, porém, de não encararmos de frente os nossos problemas e desafios, incluindo-se temas considerados proibidos, continua atrasando  o nosso desenvolvimento e perpetuando injustiças absurdas.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 5 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O IMPÉRIO DA CONFUSÃO

Nobres:
É mais do preciso que os setores mais deslumbrados do Judiciário abandonem o ativismo e exercitem a moderação na interpretação das leis, sob pena de exasperarem a polarização no Judiciário, inviabilizando a condução do país. A harmonia entre os poderes, com seus conflitos balizados pela lei, é fundamental para modernização da país. No curto prazo, já que a reforma trabalhista polarizou os campos, faz-se o quanto antes necessário que o Supremo seja provocado a se manifestar sobre a constitucionalidade da reforma como um todo, para resolver desde logo quais dispositivos, se é que há algum, seriam inconstitucionais. Do contrário, o passo modernizador que foi dado pela reforma corre o risco de ser revertido pela insegurança jurídica advinda da sistemática negação à aplicação da lei. Não há democracia verdadeira sem profundo respeito ao Estado de Direito, o que equivale a dizer que a democracia não é apenas a vontade da maioria. Se hoje isso parece um truísmo, essa compreensão é, na verdade, fruto de um longo amadurecimento político e institucional para garantir o respeito às leis, à Constituição e conferir à dignidade do poder Judiciário uma verdadeira equivalência à dos poderes Legislativo e Executivo. No entanto, é preciso cautela para que os juízes não abram mão da prudência e da boa interpretação das normas do ordenamento jurídico. Especialmente em um país como o Brasil, em que a Constituição é farta de normas programáticas e principio lógicas, a lei abusa de termos genéricos e o Congresso muitas vezes é omisso, é fácil que juízes cedam à tentação e assumam uma postura ativista. Eventuais discordâncias ideológicas se travestem de posições jurídicas e degeneram em verdadeiro boicote às decisões políticas. Por outro lado uma juíza federal suspendeu a propaganda do governo federal sobre a reforma da previdência, porque não enxergou nela caráter informativo; ao contrário, viu “manipulação”, “desinformação” e desqualificação do funcionalismo público por parte do governo. Afora o fato de que a propaganda não ataca diretamente o funcionalismo, ao repisar fatos óbvios como a existência de privilégios nos regimes previdenciários brasileiros, a decisão ainda entrou no mérito do que o anúncio deveria discutir algo inadequado em se tratando de um tema tão complexo, cheio de contornos que obviamente não cabem todos em uma propaganda de televisão.  Não se ignora que no Brasil existe o controle difuso de constitucionalidade e que os juízes têm o dever de julgar a constitucionalidade das leis nos casos concretos de acordo com sua consciência. O que não parece razoável é que se insista em uma leitura da Constituição que privilegie apenas o princípio protetivo, em detrimento dos princípios mais liberais, que também constam da Constituição, de modo a rejeitar substancialmente as mudanças aprovadas pelo Congresso. A Constituição brasileira abriga diversos princípios em tensão entre si essas tensões são resolvidas pelo Congresso e pelas assembléias estaduais, na edição das leis, e resolvidas diariamente por juízes e pelo Supremo Tribunal Federal, quando faz o controle abstrato de constitucionalidade. Há uma margem entre os ‘extremos e extremos’ estes proibidos pela Constituição em que o Congresso deve ter liberdade para navegar e conduzir o país. Dentro dessa margem, os juízes, por mais que divirjam ideologicamente das decisões tomadas, devem respeitar a separação dos poderes e não consolidar a desordem.

Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 4 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O RESULTADO DA LAVA JATO

Nobres:
Os crimes praticados pelo nominado ‘colarinho branco’ que está literalmente impune por força das ações escusas no Congresso Nacional, ativaram os procuradores da República que compõem as forças-tarefas da operação Lava Jato em Curitiba, em São Paulo e no Rio de Janeiro se reuniram na capital fluminense, para definir estratégias de atuação para o ano que vem e fazer um balanço dos desafios ao combate à corrupção no Brasil. O diagnóstico que ofereceram é substancialmente correto e aponta para questões importantes nas eleições do ano que vem. Causam certo desconforto, no entanto, o tom e a pertinência da nota divulgada, que podem alimentar aqueles que são críticos da Lava Jato. Não se pode esquecer que, no trato entre instituições, todas necessárias para o bom funcionamento do Estado, deve haver urbanidade e decoro entre seus membros. São valores importantes que os homens púbicos devem cultivar. Ademais, no documento que escreveram, os procuradores fazem críticas severas a outras instituições da República sem a humildade de reconhecer que pode haver falhas na atuação de membros do próprio Ministério Público. Todas as instituições estão sujeitas a equívocos e desvios, e a democracia se fortalece quando não são condenadas ou absolvidas de roldão. Todas as instituições estão sujeitas a equívocos e desvios. Há méritos importantes destacados pelos membros da força-tarefa. Até aqui, segundo os números apresentados, em 64 fases da operação, 416 pessoas foram acusadas por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa; 2.130 anos de condenações já foram distribuídos a 144 réus; 340 pedidos de cooperação internacional foram enviados ou recebidos em esforços conjuntos de 40 países; e mais de 11 bilhões de reais estão sendo recuperados para o país. Esses números revelam bem mais que suas cifras e compõem um quadro mais amplo de aprendizagem institucional, de articulação entre diferentes atores estatais e sociedade civil e de reunião de informações sobre os esquemas de crimes de colarinho branco e de corrupção sistêmica que, se bem aproveitado, pode gerar muitas ações positivas para a agenda republicana no país. De fato, há desafios a ser enfrentados no próximo ano. Alguns setores, tão logo se viram livres do petismo, viraram a casaca e começaram a atacar o combate à corrupção, como se os esforços pela aplicação da lei fossem obra de inquisidores destemperados. Os setores fisiológicos tentam se proteger de investigações a todo custo e, curiosamente, se agarraram à mesma retórica carcomida de que a Lava Jato estaria atrasando e desestabilizando o país. O Congresso, embora em passo de espera e ainda não enterrou definitivamente os pontos problemáticos de diversos projetos de lei sobre abuso de autoridade e dormita sobre projetos que pretendem restringir as hipóteses prisão preventiva de forma a excluir sua aplicação a crimes de corrupção. O Supremo Tribunal Federal (STF) perde o passo no julgamento de ações criminais, ainda não deu uma resposta satisfatória à falência do foro privilegiado e corre o risco de rever, por razões escusas, a possibilidade de prisão em segunda instância. Há até quem interprete a falta de mobilização do povo brasileiro diante desse cenário como resignação e, portanto, como um mau agouro para 2018. Mas os sinais das ruas também podem ser lidos como maturidade política. Inegavelmente cansado de uma mobilização permanente e custosa, o povo brasileiro soube colocar na balança uma série de fatores. A saída de Dilma Rousseff da presidência da República uma pauta que congregava, com razão, as mais variadas forças políticas e sociais, os indícios de recuperação econômica e as ações do Congresso, embora quase todas equivocadas, corporativistas e que não tem o respaldo do povo ensejando o descrédito.   A preservação do legado da Lava Jato e daquilo que nela aponta para uma agenda de modernização do país dependerá mesmo do resultado dessa reflexão, que se apresentará nas urnas em 2018. O povo brasileiro deve aproveitar a imprensa livre, os diversos mecanismos de fiscalização e acompanhamento da atuação de parlamentares e o debate público franco e aberto para escolher candidatos compromissados com agenda de modernização do Estado, contra corporativismos e os privilégios de toda sorte. Eleitos os novos parlamentares e mandatários da nação, o povo brasileiro precisará cobrar o fortalecimento das instituições de investigação e controle, a aprovação leis que reduzam os incentivos à corrupção e apostar na diminuição da burocracia e dos entraves ao crescimento econômico desta forma, somente encontrará a sua verdadeira identidade com a retomada sólida no contexto ético deste país.

Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 3 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 3 DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O BRASIL EQUIVOCADO.

Nobres:
É deveras lamentável, o STF, do qual se espera amplo discernimento, tomar uma decisão tão equivocada, como se, para restabelecer a justiça social, o dinheiro para essa e as futuras indenizações surgisse do nada, sem que fosse tirado de outras rubricas orçamentárias quiçá do próprio orçamento previsto para a manutenção das prisões ou, talvez, do bolso do contribuinte “convidado” a bancar esta extravagância com aumento de impostos. Mais uma prova de que foi dada pelo Supremo Tribunal Federal ao determinar que o governo do Mato Grosso do Sul indenize em R$ 2 mil um preso pelo fato de ele ter sido encarcerado em condições degradantes, como superlotação, falta de higiene ou maus tratos. Os dez ministros que participaram do julgamento concordaram que o Estado deveria compensar o detento; sete votaram pela indenização em dinheiro, enquanto três propuseram redução no tempo da pena proporcional ao número de dias passados na cadeia. Como a decisão tem repercussão geral, pode-se agora esperar uma enxurrada de ações judiciais de presos e ex-detentos buscando ressarcimento. A situação das prisões brasileiras está muito longe da ideal. Apesar de a polícia prender pouco, e não muito como se costuma alegar afinal, mesmo no mais grave dos crimes, o homicídio, a porcentagem de casos solucionados e de autores condenados é baixíssima, o que estimula a criminalidade, os detentos já são em número muito maior que a capacidade do sistema prisional, levando à superlotação e todas as mazelas dela decorrentes. Sem falar dos casos de quem, por falha da Justiça ou de quem os defende, já poderia ter deixado as prisões por progressão de regime. Por mais sedutor que isso possa parecer, o conjunto dos problemas brasileiros não será resolvido com uma canetada. O caos prisional demonstra haver um problema sério, antigo e persistente de gestão, o que não é novidade para ninguém e representa apenas mais uma faceta de um mesmo quadro geral. Mazela que, unida a um sem-número de outras, pode resolver-se única e exclusivamente no âmbito próprio, político-administrativo, em que há quem tenha a incumbência de decidir onde serão alocados recursos que são escassos e limitados uma ingrata tarefa. Por mais sedutor que isso possa parecer, o conjunto dos problemas brasileiros não será resolvido com uma canetada. Para se verificar o absurdo dessa tese, basta levá-la às últimas conseqüências. Se o Estado falhou com os detentos ao não lhe fornecer condições dignas, também falhou de forma ainda mais grave, pode-se dizer – com as vítimas de crimes e com as famílias das 60 mil pessoas assassinadas anualmente no Brasil. Falhou com os doentes que vêem sua condição se agravar enquanto aguardam por um exame ou uma consulta na rede pública; falhou com os estudantes que saem das escolas públicas diplomados, mas semi-analfabetos; falhou com as mães pobres que não têm onde deixar seus filhos enquanto trabalham. O poder público haverá de indenizar todos eles? A sistemática incompetência dos governantes eleitos será resolvida pela distribuição indiscriminada de indenizações? Não é preciso raciocinar muito para se chegar à conclusão de que estaríamos em uma situação inviável em que os prejudicados estariam pagando a si mesmos, u gerando mais um círculo vicioso em que mais indenizações exigem mais carga tributária e deixam menos dinheiro para a melhoria dos serviços, que continuarão se deteriorando, por sua vez gerando novas indenizações. Sim, o poder público, dentro de suas atribuições, tem de zelar pela dignidade dos cidadãos, e isso também inclui os detentos. Mas o dinheiro não é ilimitado e o gestor se vê diante de um típico problema de alocação de recursos. O que a decisão do STF fez foi passar por cima dessa prerrogativa do Poder Executivo, com o Judiciário assumindo o papel de promotor da justiça social sem olhar para o quadro completo. Com isso, ameaça criar uma indústria de indenizações que coloca em risco a própria destinação de verbas para as melhorias do sistema prisional a maneira perfeita de perpetuar o caos nos presídios. Por esta razão fica difícil mudar o Brasil que a sociedade ética que tanto anseia.

Antônio Scarcela Jorge.
          

sábado, 2 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 2 DE DEZEMBRO DE 2017

NO REINO DA BAIXARIA

Nobres:
Nunca se imaginou que fosse lançar “a mão da escrita” se o faço é para relatar fatos decorrentes do nosso cotidiano setorial. Sinto-me constrangido junto aos meus diletos leitores Nossa terra é natural em criar a indústria de fofocas em que a “dita sociedade apodrecida” quando seus interesses são contrariados. Os sócios de sociedade composta em sua maioria por ébrios da cachaça e de todos os segmentos que não se mancam que o torrão tem mais história dos que os noventa anos vivenciados por este município. São alguns naturais, frustrados por excelência que durante toda a sua trajetória no campo político não foram a lugar nenhum acompanhados por forasteiros que se abrigam e se confraternizam como sendo o “torrão” no que é natural a melhor cidade do mundo em guarda de seus interesses. Em particular, que culpa tem, em ser agraciado em ter denominação a um prédio que o poder público homenageou com reconhecimento incontestável por serviços prestados a sociedade pública. Dentro deste padrão agradecemos o poder público, a eles, nós devemos a distinção pelo fato. Aos inconformados, que querem abarcar o mundo Nova-Russas, que vão asa favas (o que quero dizer é expressão chula que cabe o respeito aos abnegados leitores, aos “fuleiragem, sim, não merecem respeito em causa.” Como é de praxe, nós que não temos nada com isso, lançam-me como sendo uma campanha abjeta contra a minha pessoa, “criando nas suas imaginações doentias” com histórias que só imaginam além do limite os inclusos que “enriquecem os seus currículos” que todos são sabedores das histórias “escusas” que pensam que se apagou. No interior deste aspecto. No meu conceito “criamos amigos do peito” imaginava nesta ‘aldeia de torrão’ que faço das amizades, o sentimento dignificante que pode abrigar o ser humano. Que nada, aprendemos mais uma lição que o cotidiano nos impõe. Que amigos! Sim, tenho alguns amigos que no inicio “calculava” pouco mais de cinqüenta. Errei redondamente, esqueci de incluir os amigos safados e os interesseiros ocasionais, os grandes de todas categorias, sim os interesseiros de toda a categoria social que vai dos puxas sacos ao alto empresariado que não podem sobreviver em qualquer atividade humana. Aos meus verdadeiros amigos tenho certeza que me compreendem, os melindrosos que 'os são germes da razão, que se quebrem”.

Firmo-me: Antônio Scarcela Jorge. 
         

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 1º DE DEZEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A CÂMARA DOS DEPUTADOS O PODER DOMINADO PELA CORRUPÇÃO

Nobres:
A triste representação popular outorgada por parte dos eleitores irracionais em sua maioria delega neste Brasil corrupto dominados por marginais as excelências safadas onde o limite é desconhecido com o patrocínio da Câmara dos Deputados um verdadeiro “bordel da imoralidade” buscou um de seus ex-membros foragido da justiça um marginal comparado os piores guetos da sociedade e imagine, presidente nacional de um partido político um atalho que o sistema atual encontrou refúgio para aplicar a roubalheira “homiziado” em um apartamento “consorciado” de propriedade da Câmara dos Deputados, onde deveria está sendo ocupado por um dos deputados, que recebem privilégios, e ainda recebem auxilio moradia, como sendo uns pobres insatisfeitos com a roubalheira, coitadinhos! Num acinte ao assalto que empreendem a sociedade brasileira. Uma senhorita neste bloco residencial é ocupante quando jamais foi deputado, e por estes aspectos endereçados a Câmara que juntos interagem as negociatas entre o poder Executivo e este Legislativo em referência as seguidas denúncias em desfavor de o Presidente Michel Temer por gravíssima junto ao plenário da Câmara dos Deputados sempre rendida aos seus interesses corruptos, como é escandalosamente natural, “foi tempo desperdiçado” em tese, posto que haja outros assuntos de interesses para serem discutidos e votados que são de importância ímpar para o povo em geral, como melhoria no sistema de saúde pública, educação e outro que é um ponto nevrálgico para todos nós que é a questão da segurança, que atualmente vem a tirar todo o sossego nosso porque saímos de casa, tanto nós, filhos, enfim, toda a população, sem saber se haveremos de voltar. Esses sim são assuntos que a cúpula de Brasília devia direcionar sua atenção, fazendo jus aos votos que os eleitores utilizaram para lá os colocarem. Ressaltamos ainda que o resultado da votação não foi algo tão expressivo, o que indica que o presidente talvez não venha a continuar imperando cercado por toda a sua corte e tropa de choque com muita facilidade. Mas foi o que todos estávamos aguardando; mas fácil do que surrupiar o doce da boca de um bebê. Vergonhoso cada parlamentar que votava “SIM” ao relatório do deputado Bonifácio Andrada repetia o discurso dos seus aliados, que estavam votando de acordo com as diretrizes dos seus partidos, ou que a denúncia era inepta e sem respaldo jurídico que a justificasse. A falta de respeito às instituições continuam a fazer parte do vocabulário dos aliados do Senhor Temer. Muitos outros justificaram seu voto a favor do relatório abonando que o presidente precisava continuar no poder a fim de dar continuidade às suas malfadadas reformas e o crescimento da economia do país como um todo, será?! Senhor Temer continuará ocupando o cargo, com o intuito de corresponder aos anseios da classe empresarial, dilapidando o patrimônio nacional com suas estapafúrdias reformas, privatizando, entregando nosso patrimônio, através da privatização da Eletrobrás e suas subsidiárias como a Chesf, prejudicando, igualmente, os trabalhadores que aos precários vão perdendo seus direitos constitucionais, deixando a população sem esperança da uma aposentadoria digna, se é que vai se aposentar. Restou do resultado da votação, revolta e vergonha ao povo brasileiro. Nada mais e algo mais que somente o povo deverá “julgar” através do voto. E vem mais de negativo para o povo brasileiro.

Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 30 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
APROPRIADA IMORALIDADE NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

À Câmara dos Deputados que deveria conter os gastos numa alusão perfeita da encenação do fraquíssimo presidente, e corriola da Câmara dos Deputados comandada por forças corruptas que deveriam ser representantes de uma sociedade ética e em outra parcela igualitárias também amantes da corrupção.  O portal que de inicio, “elege”  com o orçamento de R$ 5,5 bilhões para este ano, sendo que R$ 4,4 bilhões, o que representa 80% do total, serão destinados ao pagamento de salários e encargos sociais, a Câmara dos Deputados está consolidada como um dos maiores balcões de emprego do país. Para atender os 513 deputados federais, a principal casa do Poder Legislativo emprega 3.258 servidores concursados, 1.571 ocupantes de cargos de natureza especial (CNEs), 3.181 funcionários terceirizados e 10.772 secretários parlamentares que ficam à disposição dos parlamentares no gabinete, em Brasília, e nos escritórios políticos nas bases eleitorais dos deputados. Essa situação é muito diferente da vivida na década de 60 e 70 quando cada deputado tinha direito a apenas um assessor parlamentar e as mordomias garantidas aos legítimos representantes do povo na Câmara Federal não passavam de passagens aéreas para o destino, já que a quantidade de apartamentos funcionais era suficiente para abrigar todos os deputados federais. Com o passar o tempo, o poder perdeu o pudor e hoje cada deputado federal pode empregar até 25 secretários parlamentares. Atualmente, os 513 deputados federais empregam sem concurso público 10,7 mil secretários parlamentares, profissionais que em caso de exoneração têm direito a saldo de férias e a saldo do 13º salário, mas não têm direito a aviso prévio, e a aposentadoria é regida pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Esses 10,7 mil secretários trabalham nos gabinetes dos deputados e nos Estados de origem de cada parlamentar, enquanto os 1.571 ocupantes de cargos de natureza especial atuam nas lideranças partidárias, comissões e órgãos da Mesa Diretora. Os secretários parlamentares são nomeados com vencimentos que variam entre R$ 1.200,00 e R$ 12.940, de forma que os salários dos 25 contratados por cada um dos 513 deputados federais podem somar no máximo R$ 92.053,20 mensais. Já os salários dos 3.258 servidores concursados da Câmara dos deputados começam em R$ 13.578,58, o menor salário, e pode chegar a R$ 26.005,38, considerando-se técnicos e analistas legislativos, enquanto os 1.571 ocupantes de cargos de natureza especial têm salário que varia de R$ 3.020,85 a R$ 16.405,20, ou seja, o parlamento brasileiro está consolidado como um dos mais caros do planeta e, também, entre os que mais empregam. A Câmara dos Deputados tenta justificar a nomeação de 10.772 secretários parlamentares afirmando que esses profissionais prestam serviços de secretaria, assistência e assessoramento direto e exclusivo nos gabinetes dos deputados, em Brasília ou nos Estados, o que é fundamental para o bom desenvolvimento do mandato, sobretudo na atenção às demandas da sociedade. Já os 3.181 funcionários terceirizados desempenham funções diversas, como serviços de limpeza e conservação; vigilância; manutenção de edificações, instalações hidráulicas, elétricas e ar-condicionado; apoio a informática; atendimento na central 0800; operação de mesas telefônicas; brigada de incêndio; operação de elevadores; serviço de copa e recepcionistas. O fato é que a Câmara dos Deputados e o Senado Federal têm orçamento de R$ 9,4 bilhões para este ano, o que faz com que o trabalho dos parlamentares brasileiros custe o equivalente a R$ 1,1 milhão por hora. O orçamento do Congresso Nacional é superior aos investimentos realizados por cada um dos 39 ministérios do governo federal no ano passado, ou seja, gasta-se mais para manter o funcionamento das duas Casas de Leis que para atender as demandas da sociedade. Mais de R$ 1 bilhão serão destinados para manutenção das atividades dos órgãos, cujos exemplos mais típicos são material de consumo, material de distribuição gratuita, passagens e despesas de locomoção, serviços de terceiros, locação de mão de obra, arrendamento mercantil, auxílio alimentação, entre outros. Como gastança pouca é bobagem, a Câmara dos Deputados vai torrar neste ano a bagatela de R$ 145 milhões na compra de equipamentos e outros R$ 83 milhões em obras de infraestrutura, volume que parece troco perto dos R$ 4,4 bilhões que serão usados apenas para pagar salários e encargos sociais.

Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 29 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
BANCARROTA MORAL.

Nobres:
Na sucessão do nosso cotidiano é costume revelar através dos órgãos de imprensa e redes sociais, aquelas éticas e não promovidas pelos anarquistas, descarados e safados cuja identidade todo mundo é sabedor. Basta se manifestar que na sombra se magoaram por larápios interesseiros, estabelecendo os comuns em escala do Estados e da União federalizada do país, onde enganam o povo e sem argumento “de desculpam” imputando a imprensa de estilo lulista safado, naturalmente acontece em nosso Brasil de uma forma ‘epidêmica’, nesta circunstância, temos de reconhecer: a administração pública está falida e não cheira bem! Os vários canais que temos da TV mostram, diariamente, o caos que tomou conta sistema público que deveria cuidar da saúde do brasileiro. É fastasticamente lastimável o setor que deveria ter atendimento necessário e compassivo. No âmbito federativo da União expõe ainda generalizando de Brasil corrupto as TV´s nos mostram, todos os dias, equipamentos médicos mantidos encaixotados por anos ou sem funcionar por falta de manutenção; prédios de hospitais caindo aos pedaços, com severas infiltrações, sem ar condicionado, desprovidos de um palmo sequer de esparadrapo, para um curativo. Ainda bem que nossa cidade superou esta maldita fase (dês) promovida pela gestão anterior. A tudo isso (omissão e caos) de vários municípios notadamente, onde o povo sentia e ainda sente que eles descaradamente denominam de sistema público de saúde! Quantos milhares de brasileiros já morreram e ainda morrerão à míngua absoluta de qualquer assistência médica? Quantos mais, senhores políticos, ladrões do Erário, que cuidam apenas dos seus interesses e anulam os esforços dos pares honestos, que pretendem fazer alguma coisa e são vitimados pelo engavetando das propostas? Até quando, estupefatos, ficaremos assistindo políticos fecharem os olhos, para as desgraças que a miséria provoca no seio da pobreza até nas demandas mais rudimentares, e de custos insignificantes? Parlamentos federais, estaduais e municipais, mantidos com o suor do trabalhador, com requintes no abuso do desperdício e absoluta falta de qualquer interesse no trabalho, que deveriam, por dever de ofício, executar em favor do povo que os elegeu, são tão inoperantes. A verdade que aflora nos dias atuais é que o povo está com nojo desse sistema político, falso e mentiroso, que se revela nu e podre, aos olhos da Operação Lava-Jato que busca, com a Orquestra da PF e do MPF, conduzida pela batuta do Maestro Sérgio Moro, corrigir com inusitado e louvável empenho, a música e a letra do Hino Nacional, indispensáveis para recolocar o Brasil no ritmo de pais civilizado no concerto das Nações. No mais e para não deixar uma cratera no presente escrito, lembramos do filme "LULA, o filho do Brasil." Filho da safadeza e da corrupção. Negar e fingir são lema desses que apelidamos de “senhor”. Nos não nos reportamos nem exclusivamente da podridão dos políticos aliados encastelados no poder. Clamamos pelo desenvolvimento da sociedade para que a educação e a segurança seja prioridade nacional. A carência de solidariedade humana, em comunidades que se julgam civilizadas, conhecedoras dos dramas e das aflições sem alcançarem-lhes ajuda tempestiva e eficaz, para aliviá-los, juntamente com suas famílias que também sofrem, infringem a lei dos homens e a Lei de Deus.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 28 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONSCIENTIZAÇÃO DO ELEITOR

Nobres:
Neste final do ano estamos presenciando de forma prematura a largada de políticos para o pleito eleitoral de 2018. Diante das crises que assola o país, especialmente os ostentadores dos cargos eletivos são ‘eternos’ embriagados não por bebidas alcoólicas, mas sim por poder em nosso país. Os viciados por cargos na política se articulam no sentido de manter seus principais sustentáculos no prélio eleitoral para negociar por secretarias ou ministérios ou centenas de boquinhas em diretorias de órgãos, empresas públicas e autarquias que dependem muitas vezes de indicações de políticos e não de qualificações. Os embriagados não se preocupam com a honra, ética, valores, justiça, desenvolvimento e com o bem-estar da humanidade. O vício pelo poder é tão forte que não existem limites ou barreiras quando o objetivo é alcançar poder, domínio ou autoridade sobre as massas da população. Já circulam pelos municípios dezenas desses medíocres embriagados, e fazendo suas reuniões, comícios e visitas na busca de parcerias e apoio para chegarem ao pódio almejado. Por sua vez o eleitor, o último a eles chegarem deverá ter consciência refletindo e considerando o que o país necessita e escolher quem serão os governantes responsáveis para gerir e aplicar os recursos em prol da população e somente desta forma eliminemos os caciques, políticos corruptos, nomes consagrados que já não propõem nem projetos e só ocupam cadeiras. Vamos expulsar as quadrilhas formadas ao longo de muitos anos. Esse é o primeiro passo para a grande mudança: alternância e renovação em todos os cargos. Vamos parar de acreditar em fábulas e encarar a realidade, acreditar nas gerações do presente e do futuro.

Antônio Scarcela Jorge.